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Direitos humanos

Sarah Hegazi ergueu uma bandeira arco-íris no Egipto. O final infeliz tornou-a num símbolo

Durante um concerto no Egipto, Sarah Hegazi hasteou uma bandeira LGBTI. Foi perseguida, torturada e presa. Exilou-se no Canadá, mas não superou a depressão e acabou por tirar a própria vida. O acontecimento gerou um movimento: por todo o mundo, erguem-se bandeiras por ela.