Há seis novas bandas prontas para subir aos grandes palcos

Conheça e oiça as bandas finalistas da sétima edição do EDP Live Bands.

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EDP Live Bands

Setembro de 2020. Este será o mês da grande final do EDP Live Bands e as bandas finalistas podem já começar a ensaiar para o derradeiro momento, que terá lugar no Campo Pequeno. Dos 40 projectos semifinalistas, foram seleccionados seis finalistas: o mais votado pelo público, Frane Selak, e cinco bandas escolhidas pelo júri. Para a EDP e para os parceiros Sony Music, Everything is New, Fnac Portugal e rádio Radar, tal como para o músico convidado Hélio Morais, os melhores projectos a concurso foram Bosque, Gui Aly, Pedra Mestre, Vila Martel e Zanibar Aliens.

Embora as medidas de contenção da covid-19 tenham implicado uma série de restrições e inclusivamente o adiamento dos festivais previstos para este Verão em Portugal e na vizinha Espanha, os prémios do concurso mantêm-se: a banda vencedora irá actuar no festival NOS Alive e Mad Cool Festival, em Madrid, em 2021. A somar-se às actuações, a oportunidade de editar um álbum com a Sony Music Portugal, de gravar um videoclip, bem como a possibilidade de realizar quatro showcases em lojas FNAC de todo o país continuam a fazer deste concurso o maior do género para bandas de garagem.

O EDP Live Bands está de volta para desafiar os novos talentos da música a pisar os grandes palcos. Saiba todas as novidades do concurso aqui.

Recorde de projectos a concurso

Foram 354 os projectos a votos durante a primeira fase da competição, um recorde que afirma esta 7ª edição do concurso como uma oportunidade única e aliciante para quem almeja um futuro na música. Do rap ao metal, dos cantautores às bandas, em português ou em inglês, a galeria dos projectos a concurso primou pela diversidade.

No rol de finalistas há um rapper de Mirandela a destacar-se no meio de cinco projectos lisboetas. Frane Selak arrecadou o maior número de votos e foi o escolhido pelo público para ir à grande final. Em palco, as rimas são acompanhadas por bateria, guitarra, baixo, teclas e pelos beats de um DJ. Dentro do estilo, Frane Selak consegue ter uma sonoridade muito própria, menos crua, proporcionada pela banda. O nome artístico é uma homenagem a um croata com o mesmo nome que, apesar de muitos e improváveis infortúnios, conseguiu sempre contornar os obstáculos e superar-se. Inspirado pela história de vida deste senhor, o “nosso” Frane Selak escreve sobre problemas sociais e angústias pessoais. Desde 2017, teve oportunidade de pisar alguns palcos e neste desafio do EDP Live Bands, o vocalista diz querer mostrar o talento e a paixão da banda.

A escolha do júri não foi fácil, já que o profissionalismo demonstrado pelos 40 semifinalistas dificultou a tomada de decisão. Tendo em conta não só a qualidade técnica e musical como também a originalidade de cada projecto, há um cantautor entre as bandas escolhidas pelo júri. Aos 19 anos, Gui Aly compõe as suas músicas e faz-se acompanhar apenas por uma guitarra, tocada pelo próprio. A voz é o seu principal instrumento e por vezes parece soar a um Ben Harper de cantar mais “límpido”. Escreve e canta em inglês, língua que domina desde miúdo.

Os repetentes Bosque chegam novamente à fase final da competição, depois de quase alcançarem o sonho em 2018. Amadureceram e voltaram pela mão do júri, que já se tinha deixado encantar pelo rock psicadélico e letras em português.

Com o passado marcado pelo projecto For Pete Sake, partilhado com dois dos cinco elementos dos Pedra Mestre, Pedro Sacchetti, que até então cantava em inglês, decidiu compor música em português. A descrição no site do EDP Live Bands refere uma “sonoridade rock indie/instrumental/folk/psicadélica” e é essa miscelânea que podemos descobrir nos dois singles apresentados pela banda.

Também os Vila Martel apostam num rock a fugir para outras influências, com a presença bem marcada das guitarras distorcidas e dos teclados. Cantam “o amor, a emigração” e até “a morte de alguém próximo”. Em português.

De Cascais apresentam-se ao mundo os Zanibar Aliens. Embora já contem com dois álbuns gravados e duas digressões europeias, o quarteto tem experimentado várias influências ao longo da viagem musical. Com um primeiro trabalho inspirado no rock dos anos 70, com referências como Led Zeppelin, passaram depois pela bossa nova e mais recentemente deixaram-se levar pela pop dos anos 80. São uma proposta alternativa, dentro do rock, que promete não desiludir.

Acompanhe todas as novidades do concurso EDP Live Bands no Público, parceiro oficial da iniciativa.

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