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Alfredo Cunha e a volta ao mundo em 80 fotografias
“O humano é universal”, disse Marcelo Rebelo de Sousa no discurso de celebração do 10 de Junho. Num período em que viajar se conjuga no futuro condicional, o vírus, saltitando de continente em continente, anda por aí a lembrar-nos que, por mais fechados que nos sintamos, estamos todos na mesma tempestade e no mesmo barco, mesmo que alguns possam viajar em 1.ª classe e outros estejam confinados aos porões.
Ser humano é a condição universal desta espécie vivente que o fotógrafo Alfredo Cunha retrata numa volta ao mundo em 80 fotos, a sublinhar o que Júlio Verne escreveu na sua volta em 80 dias: “Qualquer coisa que um homem possa imaginar, outros homens podem tornar realidade”. Aqui estamos a sonhar uma viagem num mundo melhor depois desta crise e o fotógrafo traz-nos a realidade feita de sorrisos e de felicidade, mas também de dor e maldade. São as voltas do destino, fixadas no momento em que o viajante cruza o seu caminho com o objecto de espanto. São 80 razões para olharmos a humanidade, que é só uma, mas feita de toda a sua maravilhosa diversidade.