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Coronavírus

A crise que ergueu a multidão do precariado das artes

Vivem dias “de incerteza sufocante”. Sem trabalho e com pouco dinheiro, a “fazer contas à vida”. Mas não se deixam paralisar. O choque bruto e fulminante no corpo colectivo dos trabalhadores das artes e da cultura em Portugal está a pôr em marcha um pujante movimento de união e reivindicação laboral. Retrato de uma luta-in-progress.