Ímpar

O dia-a-dia numa unidade neonatal em tempos de covid-19

O contexto de pandemia veio alterar o nascimento em muitas partes do mundo, Portugal incluído. Aqui, uma incursão à Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley, na região de Lancashire, Reino Unido.

A enfermeira neonatal Kirsty Hartley entrega o bebé prematuro Theo à sua mãe Kirsty Anderson REUTERS/Hannah McKay
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A enfermeira neonatal Kirsty Hartley entrega o bebé prematuro Theo à sua mãe Kirsty Anderson REUTERS/Hannah McKay

A enfermeira neonatal Kirsty Hartley entrega o bebé prematuro Theo à sua mãe Kirsty Anderson
A enfermeira neonatal Kirsty Hartley entrega o bebé prematuro Theo à sua mãe Kirsty Anderson REUTERS/Hannah McKay
A enfermeira neonatal Kirsty Hartley verifica o bebé prematuro Theo Anderson enquanto este está nos braços da sua mãe Kirsty Anderson
A enfermeira neonatal Kirsty Hartley verifica o bebé prematuro Theo Anderson enquanto este está nos braços da sua mãe Kirsty Anderson REUTERS/Hannah McKay
O contacto físico é privilegiado no centro inglês
O contacto físico é privilegiado no centro inglês REUTERS/Hannah McKay
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley REUTERS/Hannah McKay
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley REUTERS/Hannah McKay
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley REUTERS/Hannah McKay
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley REUTERS/Hannah McKay
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley REUTERS/Hannah McKay
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley
Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais do Hospital Central de Burnley REUTERS/Hannah McKay
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