Ir ao teatro pela lente de Eduardo Breda

O actor e realizador portuense disponibiliza três documentários da sua autoria através do site FilmFreeway: Boa Alma, Caos Danado e O Retrato.

Fotogaleria
"Caos Danado" Eduardo Breda
Fotogaleria
"Boa Alma" Eduardo Breda
Fotogaleria
"O Retrato" Eduardo Breda
Fotogaleria
"Caos Danado" Eduardo Breda

Os filmes acompanham o processo de criação de três espectáculos de teatro que já passaram pelos palcos portugueses.

Estreado em 2019 no festival Temps d'Images, Boa Alma documenta os bastidores das peças levadas a cena por Mónica Calle e pela sua companhia Casa Conveniente: Os Sete Pecados Mortais e A Boa Alma, com textos de Bertolt Brecht e Luís Mário Lopes, respectivamente.

Em Caos Danado, que estreou em 2018 no FITEI - Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, Eduardo Breda traça um percurso paralelo à criação da Teoria das Três Idades, de Sara Barros Leitão, a partir do arquivo do Teatro Experimental do Porto, para “desafiar a nossa capacidade de evocar e preservar memórias através dos vários tipos de percepção que dispomos”. A ideia é, nas suas palavras, “traçar uma narrativa que se desconstrói entre a ficção e o documentário (mentira vs. verdade), porque uma não é mais importante do que outra”.

O terceiro documentário, O Retrato, que estreou na casa dos Primeiros Sintomas em 2015, debruça-se sobre a adaptação de O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde, pelo grupo de actores, numa narrativa que “ao invés de retratar o processo de ensaios e montagem do espectáculo (...), procurou um olhar distanciado por forma a potenciar um ponto de vista sobre as fronteiras entre arte e a vida”.

Os filmes, destinados a maiores de 12 anos, podem ser vistos até 24 de Maio, gratuitamente, em filmfreeway.com/EduardoBreda.