Comércio reclama perdão de rendas em troca de cortes na taxa liberatória

A reabertura da restauração a partir de dia 18 não significa que as empresas passem a poder pagar a renda. CCP diz que moratórias não chegam e pede medida que obrigue proprietários a assumir parte do prejuízo provocado pela pandemia.

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Reabertura não irá gerar logo grandes ondas de consumo, diz Vieira Lopes Rui Gaudencio

A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) está a ultimar uma proposta que prevê perdões de rendas, ou cortes temporários no valor das rendas não habitacionais, para empresas que estejam em situação de crise devido à pandemia de covid-19.