“Só unida e com uma resposta comum a Europa se poderá reconstruir”, diz António Costa

Primeiro-ministro colocou vídeo na Internet a saudar o Dia da Europa.

António Costa
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António Costa Reuters/RAFAEL MARCHANTE

O primeiro-ministro, António Costa, defendeu neste sábado que, tal como em 1950, quando foram lançadas as bases para o projecto europeu, “só unida e com uma resposta comum a Europa se poderá reconstruir”.

Na rede social Twitter, António Costa desejou um feliz Dia da Europa, que assinala os 70 anos da histórica “Declaração Schuman”.

“Hoje, como em 1950, só unida e com uma resposta comum a Europa se poderá reconstruir, reforçando-se enquanto Comunidade de valores, espaço de prosperidade partilhada e líder na resposta aos grandes desafios globais”, defendeu o primeiro-ministro.

Numa outra publicação, o primeiro-ministro publicou ainda o excerto da sua declaração sobre este dia, que integra um vídeo publicado na página do Twitter do presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, no qual os 27 líderes da União Europeia dizem o que significa este projecto.

“A União Europeia é uma comunidade de valores. É o maior espaço económico de prosperidade partilhada e é a nossa força para enfrentar os desafios globais”, enaltece António Costa no vídeo.

Na mensagem que acompanha esta vídeo, o primeiro-ministro refere que um “reencontro com a História 70 anos depois da Declaração Schuman”, considerando que desde a Segunda Guerra Mundial que não se sofria “na sociedade e na economia uma crise desta magnitude”.

O Dia da Europa, que assinala os 70 anos da “Declaração Schuman”, é celebrado hoje maioritariamente ‘online’, face à pandemia do novo coronavírus, em cerimónias e conferências quer ao mais alto nível quer em iniciativas nacionais e regionais.

O Dia da Europa assinala o aniversário da histórica “Declaração Schuman”, um discurso proferido em Paris, em 9 de Maio de 1950, por Robert Schuman, o então ministro dos Negócios Estrangeiros francês, que expôs a sua visão de uma nova forma de cooperação política na Europa.

A sua visão passava pela criação de uma instituição europeia encarregada de gerir em comum a produção do carvão e do aço.

Considera-se que a UE actual teve início com a proposta de Schuman.

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