Torne-se perito

Sport Recife condenado a pagar 900 mil euros ao Sporting

Comissão do estatuto de jogadores da FIFA aceitou queixa dos “leões” pela transferência do avançado André para o clube brasileiro.

O Sporting vai receber mais de 900 mil euros do Sport Recife pela transferência do avançado brasileiro André
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O Sporting vai receber mais de 900 mil euros do Sport Recife pela transferência do avançado brasileiro André LUSA/ANDRE KOSTERS

O Sport Recife foi condenado a pagar cerca de 900 mil euros ao Sporting pela transferência do futebolista brasileiro André, que alinhou nos “leões” em 2017, confirmou esta quinta-feira fonte oficial da FIFA.

“Em relação a este assunto, podemos confirmar que a queixa apresentada pelo Sporting contra o Sport Recife foi parcialmente aceite pelo juiz singular da comissão do estatuto de jogadores da FIFA. Consequentemente, o Sport Recife foi ordenado a pagar 907.500 euros ao Sporting”, garantiu fonte oficial do organismo que rege o futebol mundial.

O avançado André, de 29 anos, joga actualmente no Grêmio de Porto Alegre, depois de ter jogado no Sport Recife, que o contratou ao clube lisboeta, em Fevereiro de 2017.

Na altura, o Sporting confirmou a transferência do jogador para o clube pernambucano, ao alienar 50% dos direitos económicos de André por 1,2 milhões de euros.

André tinha chegado ao Sporting no início da época 2016/17, proveniente do Corinthians, depois de ter alinhado por clubes como Santos, Dínamo Kiev, Bordéus, Atlético Mineiro, Santos, Vasco da Gama. Antes, o avançado já tinha alinhado no Sport Recife, em 2015, por empréstimo do Atlético Mineiro.

Ao serviço do Sporting marcou três golos, dois para a Taça de Portugal, frente ao Praiense (5-1), e um na I Liga, diante do Estoril-Praia (4-2), nos 15 jogos que disputou.

O Sporting aguarda, entretanto, o desfecho de uma queixa apresentada pelos italianos da  Sampdoria, em relação a obrigações financeiras estabelecidas na transferência de Bruno Fernandes. O emblema de Alvalade alega que a queixa dos italianos não tem cabimento face a jurisprudência anterior, mas deixou a decisão nas mãos da FIFA.

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