Edição impressa do PÚBLICO à venda na Padaria Portuguesa
O encerramento de postos de venda de jornais um pouco por todo o país levou o PÚBLICO a procurar novas soluções de distribuição da sua edição impressa. Os leitores podem agora encontrá-la na Padaria Portuguesa
Os leitores da edição imprensa do PÚBLICO têm a partir desta semana mais uma alternativa para disporem do seu jornal: poderão adquiri-lo na rede que integra as 61 lojas de A Padaria Portuguesa, situadas em Lisboa e na linha de Cascais, Oeiras, Parede, Amadora e Almada.
Com o reforço da sua presença nesta cadeia de padarias, que, entretanto, alargou a sua oferta a produtos de mercearia, o PÚBLICO pretende conceder aos seus leitores mais facilidades de acesso à compra do jornal. Como consequência da crise sanitária provocada pela covid-19, fecharam cerca de 2000 postos de venda de jornais em todo o país.
A rede de lojas de A Padaria Portuguesa manteve-se a funcionar ao longo do estado de emergência em regime de take away – só a loja do Cacém esteve inactiva, reabrindo as suas portas amanhã, servindo a zona de Sintra, Agualva, Rio de Mouro. As suas portas abrem às 7h e encerram às 19h. A sua gama de produtos, que passa a partir de agora a incluir o PÚBLICO, pode ser encomendada em 56 lojas da sua rede através das plataformas Uber Eats e Glovo.
O encerramento de postos de venda de jornais um pouco por todo o país levou o PÚBLICO a procurar novas soluções de distribuição da sua edição impressa. Os leitores de algumas zonas das principais cidades dispõem agora de um serviço de entrega do jornal ao domicílio. No seu quiosque digital foi igualmente oferecida a possibilidade de os leitores assinarem apenas a versão digital da edição impressa, acessível em PDF ou no formato e-reader.
A Padaria Portuguesa abriu a sua a sua primeira loja na Avenida João XXI, em Lisboa, em Novembro de 2010. As restrições do estado de emergência forçaram a empresa a adaptar-se a novas regras, facilitando “a experiência de compra para o cliente” através de encomendas telefónicas ou por via de plataformas de entrega ao domicílio, e reduzindo “ao máximo a operação em loja, de modo a salvaguardar os nossos colaboradores”.






