Embaixada de Portugal no Peru está a “fazer todos os esforços” para repatriar portugueses

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O Peru declarou o estado de emergência por causa da pandemia do novo coronavírus LUSA/Paolo Aguilar

Com um país paralisado, onde as movimentações entre cidades estão proibidas e os voos cancelados, os portugueses no Peru esperam pelo repatriamento. Numa resposta enviada ao PÚBLICO, a Embaixada de Portugal em Lima pede aos cidadãos nacionais que se mantenham “nos lugares onde estão alojados acatando as instruções de emergência decretadas pelo Governo peruano”. É dito aos portugueses no país que devem consultar frequentemente a página de Facebook da Embaixada, onde serão colocadas todas as novas informações.

A Embaixada diz estar a “fazer todos os esforços no sentido do respectivo repatriamento”, feito em coordenação com “todos os países da União Europeia” e “em estreita comunicação com o governo peruano”. Este repatriamento pode ser solicitado pelos cidadãos portugueses com voo de regresso marcado até dia 16 de Abril, através do endereço de correio electrónico da Embaixada ([email protected]).

Com os movimentos condicionados, o embaixador revela que também a representação diplomática “está com constrangimentos de funcionamento”, porque “grande parte dos colaboradores também foram afectados pelas actuais restrições”. Torna-se assim recomendado o contacto pela via electrónica.

Numa mensagem a que o PÚBLICO teve acesso, o embaixador em Lima, Afonso Malheiro, destaca o “civismo e serenidade com que estão a reagir os portugueses que se viram retidos”, garantindo que trabalha com “o único objectivo que cada português possa encontrar-se o mais rapidamente possível com a sua família”.

O Peru está em estado de emergência declarado devido à pandemia do novo coronavírus.

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