Ministro diz que os turistas que vieram de autocarro de Cádis, em Espanha, estão a ser acompanhados

De acordo com Eduardo Cabrita, as medidas adoptadas por Espanha não fecham fronteiras, mas impedem quaisquer deslocações turísticas a Portugal.

Cerca de dois mil passageiros de um cruzeiro com origem no Brasil fizeram uma escala não prevista no porto de Cádis, em Espanha, devido à interdição de desembarque em Portugal
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Cerca de dois mil passageiros de um cruzeiro com origem no Brasil fizeram uma escala não prevista no porto de Cádis, em Espanha, devido à interdição de desembarque em Portugal Ricardo Lopes

O ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse que três quartos dos cerca de dois mil turistas que vieram para Lisboa de Cádis, em Espanha, já saíram de Portugal por via aérea. Os restantes estão a ser devidamente acompanhados pelas autoridades até à sua partida, que está prevista para os próximos dias, de acordo com os voos que tinham planeado.

De acordo com o ministro, as medidas adoptadas por Espanha não fecham fronteiras, mas impedem quaisquer deslocações turísticas a Portugal.

Eduardo Cabrita não explicou por que razão entraram, afinal, estes turistas em território nacional.

Estes cerca de dois mil passageiros são de um cruzeiro e fizeram uma escala não prevista no porto de Cádis, em Espanha, devido à interdição de desembarque em Portugal.

Os passageiros viajaram para Lisboa de autocarro. O jornal La Voz del Sur noticia que foram utilizados 50 autocarros.

Fonte da GNR confirmou à Lusa ter identificado alguns destes autocarros de passageiros, tendo procedido ao seu acompanhamento desde a fronteira de Caia até ao Aeroporto de Lisboa.

Estes turistas chegaram a bordo do cruzeiro MS Sovereign, da Pullmantur Cruises, do grupo Royal Caribbean International. Estava previsto que ficassem em Lisboa uma semana de férias. Alguns deles vão mesmo ficar até ao fim da estadia.