Coronavírus: Em parques e palácios de Sintra já não se aceitam notas, só cartões

E os visitantes ficam também obrigados à “higienização das mãos”. Medidas são de “prevenção à ameaça epidémica”. A Parques de Sintra cancelou todas as actividades, mas mantém visitas.

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Enric Vives-Rubio

Em Sintra, seguindo as recomendações da Direcção-Geral da Saúde e da Direcção-Geral do Património Cultural em relação ao novo coronavírus, foram suspensas “temporariamente” todas as actividades nos espaços da Parques de Sintra, mas mantém-se as visitas. Têm é novas regras apertadas de segurança: são necessárias, referem em comunicado, “medidas mitigadoras que reduzam os riscos de infecção”.

Entre as dez medidas saídas de uma reunião da autarquia com a entidade e outros responsáveis do turismo e cultura, salienta-se logo a primeira: “suspender a aceitação de pagamentos em numerário nas bilheteiras, lojas e cafetarias destes espaços” – fica apenas disponível o “pagamentos por cartões bancários e aquisições online”.

Pena Miguel Manso
Pena Miguel Manso
Pena Miguel Manso
Pena Miguel Manso
Castelo dos Mouros Miguel Manso
Castelo dos Mouros Miguel Manso
Castelo dos Mouros Miguel Manso
Castelo dos Mouros Miguel Manso
Castelo dos Mouros Miguel Manso
Castelo dos Mouros Miguel Manso
Sintra, vista do Castelo dos Mouros Miguel Manso
Palácio da Vila Miguel Manso
Palácio da Vila Miguel Manso
Palácio da Vila Miguel Manso
Palácio da Vila Miguel Manso
Vista do Chalet Saudade Miguel Manso
Monserrate Miguel Manso
Monserrate Miguel Manso
Monserrate Miguel Manso
Monserrate Miguel Manso
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Em espaços como o Palácio da Pena, Castelo dos Mouros, Palácio Nacional de Sintra, Palácio Nacional de Queluz, Palácio de Monserrate e Quinta da Regaleira, também não haverá serviço de aluguer de audioguias ou visitas guiadas (ficam proibidas, tanto por equipas internas como “acompanhadas por guias externos), sendo que quem já fez reservas destas receberá o dinheiro de volta.

Além da suspensão de todo o programa de actividades, fica limitada a “concentração de visitantes (no caso da Regaleira, dez pessoas) no acesso a estes espaços e circulação no interior dos recintos”. Isto, quer em “espaços cobertos ou de exterior”. 

Além dos trabalhadores em contacto com o público passarem a usar luvas, fica decretada a “obrigatoriedade de higienização das mãos dos visitantes que acederem aos espaços”.