Marinha portuguesa desativa engenho explosivo na Nazaré

Trata-se de uma operação relativamente comum para a Marinha portuguesa.

Operação da Marinha decorreu na Nazaré
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Operação da Marinha decorreu na Nazaré Adriano Miranda

Os mergulhadores da Marinha desactivaram um engenho explosivo ao início da noite de sexta-feira, na Nazaré, e que é “encontrado com alguma frequência” na costa portuguesa, devido à confluência de várias rotas marítimas e aéreas, foi anunciado.

De acordo com um comunicado divulgado na sexta-feira à noite pela Marinha portuguesa, os mergulhadores chegaram ao local pelas 19h30 e “iniciaram de imediato os trabalhos de preparação para deflagração” do engenho, que foi identificado como um “Marine Marker”.

O aparelho, utilizado em “ambiente marinho para sinalização de posições", foi detonado às 21h00.

A nota da Marinha esclarece também que “este tipo de engenho é encontrado com alguma frequência” na costa portuguesa, devido à “confluência de diversas rotas marítimas e aéreas”.

Por essa razão, o “Marine Marker” requer “precauções no seu manuseamento”, uma vez que “na sua composição contém fósforo branco” que deflagra na presença de oxigénio e pode causar “queimaduras graves” se entrar em contacto com a pele.

“Ainda que aparente um estado estável e seguro, este tipo de engenhos poderá encontrar-se accionado e totalmente funcional, contendo ainda parte da sua carga”, prossegue a Marinha.

O comunicado sublinha também que as autoridades devem ser informadas quando for encontrado algum engenho deste tipo e “não devem ser manuseados e/ou removidos”.

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