É sempre bom estar em Serralves

O leitor Augusto Küttner de Magalhães partilha a sua experiência no parque da cidade do Porto.

Parque de Serralves
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Nelson Garrido
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Nelson Garrido

O Parque de Serralves continua a ser um espaço muito agradável no meio do Porto. Só conhecendo o passadiço visto do exterior, escolhi uma tarde de sol que foi a oportunidade-necessidade de o “usar” andando num espaço mais alto, mais próximo da copa das árvores,  com a possibilidade de ver de cima para baixo o que tão bem já em baixo se conhece. 

Em baixo sente-se mais o parque, sente-se mais Serralves; de qualquer forma, a vista por cima não deixa de ser interessante, neste parque que é Serralves e que Serralves será. 

À entrada do passadiço, uma vigilante muito simpática e muito profissional controla se temos ou não bilhete, mais parecendo para “contabilizar” o número de visitantes. Há alguns passeantes no passadiço. Numa plataforma a meio do dito, uma vista diferente para o prado, muito verde, por certo também consequência das fortes e tão necessárias chuvadas do fim-de-semana passado. Os animais a pastarem, isto no Porto, longe da poluição, do ruído,  exceptuando um ou outro avião que vai em direcção ao Aeroporto de Pedras Rubras e tem a rota a passar por cima.

Seguimos caminhando junto à Casa de Manoel de Oliveira, em direcção à  Casa de Serralves. Olhar o parque de costas para a Casa é sempre tão agradável.  A água que “cai” pelos pequenos lagos artificiais.  A Casa está fechada para a montagem de uma exposição a inaugurar dentro de dois dias. Os jardineiros cuidam muito bem dos vários espaços verdes, no caso, o jardim lateral à Casa. Passagem pelo ténis, casa de chá, oliveira milenária, a caminho do museu. Olhando só de fora as lágrimas da biblioteca. 

É sempre bom estar neste parque, é sempre bom estar em Serralves. Em Serralves sempre com Serralves, que é por si Serralves!

Augusto Küttner de Magalhães

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