Paço Real de Caxias vai ser um hotel Turim

O edifício do séc. XVII vai acolher 120 quartos.

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Paço Real de Caxias ricardo campos
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Paço Real de Caxias ricardo campos
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Paço Real de Caxias ricardo campos
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Paço Real de Caxias ricardo campos
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Paço Real de Caxias esteve muitos anos ao abandono (interiores fotografados em 2015) ricardo campos
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Paço Real de Caxias esteve muitos anos ao abandono (interiores fotografados em 2015) ricardo campos
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Paço Real de Caxias esteve muitos anos ao abandono (interiores fotografados em 2015) ricardo campos
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Paço Real de Caxias esteve muitos anos ao abandono (interiores fotografados em 2015) ricardo campos
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Paço Real de Caxias Miguel Manso

O concurso para a reabilitação do Paço Real de Caxias foi concluído e o projecto para a construção de um hotel com 120 quartos foi adjudicado a uma empresa do Grupo Hotéis Turim.

Segundo um comunicado do gabinete do ministro adjunto, da Economia e Transição Digital, este concurso realizou-se no âmbito da 12.ª adjudicação do Programa Revive e o valor anual da renda a pagar pela adjudicatária é de 216 mil euros. A empresa já apresentou os documentos de habilitação, que foram aceites pelo Turismo de Portugal, estando agora reunidas as condições para ser assinado o contrato de concessão dos edifícios.

O Paço Real de Caxias, situado em Oeiras, possui uma localização em frente à linha de costa, foi construído em meados do século XVII, por iniciativa do infante D. Francisco de Bragança, e veio a ser concluído pelo rei D. Pedro V, que o utilizou como residência de férias da família real. Inicialmente, incluía a quinta, os jardins geométricos de influência francesa, inspirados nos do Palácio de Versalhes, e a cascata da segunda metade do século XVIII. Destacam-se ainda diversas esculturas nos jardins, os tectos pintados e os azulejos azuis e brancos na fachada do edifício principal.

A área bruta total de construção é cerca de 5.816,93 metros quadrados, que permitirá a instalação de um hotel com cerca de 120 quartos neste local classificado com imóvel de interesse público desde 1953.

Este foi o 12.º imóvel a ser adjudicado no âmbito do Programa Revive, uma iniciativa conjunta das áreas governativas da Economia, Cultura e Finanças, com a colaboração das autarquias locais. Até ao momento, foram lançados concursos relativos a 20 imóveis, encontrando-se aberto o concurso para a concessão do Palacete dos Condes de Dias Garcia, em S. João da Madeira, integrado já na segunda fase deste programa. Brevemente será lançado o concurso da concessão do Forte da Barra de Aveiro, em Ílhavo, refere o comunicado do gabinete do ministro adjunto, da Economia e Transição Digital.

As 12 concessões adjudicadas no Revive representam mais de 100 milhões de euros de investimento privado na recuperação de imóveis públicos e mais de dois milhões de euros em rendas anuais, acrescenta. 

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