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Netflix vai disponibilizar 21 filmes de animação dos estúdios Ghibli

A partir de 1 de Fevereiro, os filmes do estúdio de animação japonês vão estar disponíveis na plataforma.

A Netflix anunciou que, a partir de 1 de Fevereiro, 21 filmes dos estúdios de animação japoneses Ghibli vão estar disponíveis na plataforma.

O serviço de streaming vai estrear os filmes em todo o mundo — incluindo em Portugal —, excepto nos Estados Unidos, no Canadá e no Japão, “como parte do esforço contínuo para aumentar a melhor biblioteca de filmes de animação”, revela em comunicado de imprensa. 

O catálogo, que vai estar legendado em 28 línguas e dobrado em 20 idiomas, vai incluir, entre muitos, o vencedor do Óscar para Melhor Filme de Animação em 2003, A Viagem de Chihiro (Hayao Miyazaki). Até à data, o único filme que figurava no catálogo português da plataforma era O Túmulo dos Pirilampos (Isao Takahata, 1988), disponível desde finais de 2017.

A 1 de Fevereiro serão disponibilizados: os filmes realizados por Hayao Miyazaki O Castelo No Céu (1986), O Meu Vizinho Totoro (1988), Kiki, A Aprendiz de Feiticeira (1989) e Porco Rosso — O Porquinho Voador (1992); e os realizados por Isao Takahata, Memórias de Ontem (1991); Tomomi Mochizuki, Eu Posso Ouvir o Oceano (1993); e Gorō Miyazaki, Contos de Terramar (2006).

No primeiro dia de Março chegam à Netflix Nausicaä do Vale do Vento (1984), Princesa Mononoke (1997) e A Viagem de Chihiro (2001), de Hayao Miyazaki; A Família Yamada (1999) e O Conto da Princesa Kaguya (2013), ambos de Isao Takahata; O Reino dos Gatos (2002), de Hiroyuki Morita; e O Mundo Secreto de Arriety (2010), de Hiromasa Yonebayashi.

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“Princesa Monoke” (1997, Hayao Miyazaki) DR

Finalmente, a 1 de Abril, estreiam-se O Castelo Andante (2004), Ponyo à Beira-Mar (2008) e As Asas do Vento (2013), os três com realização de Hayao Miyazaki; Pom Poko - A Grande Batalha dos Guaxinins (1994), de Isao Takahata; O Sussurro do Coração (1995), de Yoshifumi Kondō; A Colina das Papoilas (2011), de Gorō Miyazaki; e Memórias de Marnie (2014), de Hiromasa Yonebayashi.

Toshio Suzuki, produtor do estúdio fundado em 1985 pelos realizadores de animação Isao Takahata e Hayao Miyazaki, justifica no mesmo comunicado “a decisão definitiva” de disponibilizar o catálogo em streaming por actualmente existirem “muitas e boas formas de um filme chegar ao público”. O produtor expressa ainda esperança de “que as pessoas no mundo inteiro descubram o mundo do Studio Ghibli”.

Vincent Maraval, director-executivo da Wild Bunch International, que distribui os filmes da Ghibli em todo o mundo, referiu o estúdio à imprensa como “os mais valiosos e fiéis colaboradores desde há 20 anos”. Enalteceu ainda “o carinho e energia constantes” da Netflix na promoção do catálogo, que teve “sempre em conta a filosofia do Studio Ghibli”. Por sua vez, o director de animação original da Netflix, Aram Yacoubian, por sua vez, caracterizou o lançamento como “um sonho tornado realidade”, descrevendo os filmes do Ghibli como “lendários”.

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“O Meu Vizinho Totoro” (1988, Hayao Miyazaki) DR
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