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Vito, ou o “gato biónico” de Milão

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Durante a lua de mel das tutoras, Vito, um gato malhado, foi atropelado em Milão. Silvia Gottardi, conhecida ex-jogadora de basquetebol italiana, e Linda Ronzoni voltaram rapidamente a casa, mas só chegaram a tempo de ouvir as más notícias: Vituzzo, ou Vito, tinha perdido uma pata traseira.

Algum tempo depois, uma infecção obrigou os médicos veterinários a amputar a outra. O mais comum, disseram, é gatos com lesões semelhantes serem submetidos a eutanásia. Mas os cirurgiões implantaram “patas temporárias” enquanto procuravam uma solução permanente para o felino de seis anos – próteses implantadas directamente nos ossos e com articulações, muito semelhantes às usadas por atletas paralímpicos. A operação foi "um sucesso". A recuperação “longa e muitas vezes desanimadora”. Até que, um dia, Vito simplesmente se levantou “e nunca mais parou”. A parte mais difícil, brincam as donas, um ano depois? A dieta para perder peso.

Esta é a primeira vez que a intervenção é bem-sucedida em Itália, escrevem as donas na conta de Instagram que mostra o dia a dia do “primeiro gato biónico” italiano a mais de dez mil seguidores. Vito é de San Vito lo Capo, na Sicília, e era o gato da mãe de Silvia Gottardi. Um ano depois do acidente, Vito continua a perseguir insectos, a deitar-se em cima de computadores e a esconder-se dentro de caixas. Já não salta para o sofá, mas trepa por almofadas até lá chegar.

Antes do Instagram (e do amor que a Internet tem por felinos surgir), Oscar, um gato do território britânico de Jersey, tornou-se “o primeiro gato biónico” em 2010, depois de um neuro-ortopedista lhe implementar, com sucesso, duas próteses também nas patas traseiras. 

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