Torne-se perito

Dez espumantes para dar um pouco mais de glamour ao seu Natal

Nestas festas, beba espumante português. Não é champanhe, mas alguns passavam por isso e custam bem menos.

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Nelson Garrido

Um bom champanhe ou um bom espumante devem ser das bebidas mais consensuais que existem. Não é necessário nenhum pretexto, nem sequer uma celebração especial, para nos darmos ao prazer de uma flute bem fresca a borbulhar finamente. Em modo social ou à mesa, no início ou no final da refeição, há sempre espaço para um pouco de glamour efervescente.

Pode é ser um gosto caro, se estivermos a falar de um grande champanhe. A fama também se paga: champanhe é champanhe. A boa notícia é que já produzimos em Portugal espumantes que podem ser uma boa alternativa – e bem mais barata. Vai longe o tempo em que a oferta e a especialização se circunscreviam quase só à Bairrada e, em menor escala, à região de Távora-Varosa. Hoje, produzem-se espumantes um pouco por todo o país, mesmo em regiões climatericamente improváveis, como o Alentejo ou o Douro, por exemplo.

Se também é daqueles que não concebe o Natal ou a passagem do ano sem umas “bolhinhas”, as sugestões que se seguem podem ser-lhe úteis. Não se trata de nenhum top ten, embora sejam dez belos espumantes, todos feitos segundo o método champanhês. Na sua diversidade, são vinhos que nos levam a viajar pelo país e que nos permitem fazer um pequeno zoom sobre o mundo novo do espumante em português.

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