Universidade Católica no Porto concentra serviços no pólo da Foz

Edifício da instituição no pólo da Asprela vai ser centro de investigação do Politécnico do Porto.

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A Escola de Biotecnologia já tem novas instalações na Foz Goncalo Dias

A Universidade Católica Portuguesa passou a concentrar, no Porto, toda a sua actividade no Pólo da Foz. O edifício que aquela instituição ainda mantinha na freguesia de Paranhos, no pólo universitário da Asprela, vai ser vendido, esta quinta-feira, ao Instituto Politécnico do Porto que, desta forma, reforçará as suas instalações nesta zona da cidade.

No campus da Asprela estava anteriormente sediada a Escola Superior de Biotecnologia (ESB), que era já a única área de ensino da Católica no Porto ali sediada. No arranque deste ano lectivo entraram em funcionamento as novas instalações da ESB, já no campus da Foz, que passa a agregar, num mesmo local, as oito “faculdades” que esta instituição tem no Porto - Artes, Bioética, Biotecnologia, Business School, Ciências da Saúde, Direito, Educação e Psicologia e Teologia - que​ movimentam oito mil pessoas, entre professores, alunos e outros colaboradores em licenciaturas, mestrados, pós-graduações e doutoramentos.

Já na Asprela, o antigo edifício da Biotecnologia dará lugar ao PORTIC, o novo centro de investigação, transferência de tecnologia e inovação do Politécnico do Porto. O IPP tem nesta zona da cidade o seu campus principal, juntando ali o Instituto Superior de Engenharia, o Instituto Superior de Contabilidade e Administração, a Escola Superior de Educação, a Escola Superior de Saúde e outras infraestruturas e laboratórios além dos serviços comuns da instituição.

A escritura do Edifício da Asprela terá lugar no Instituto Politécnico do Porto (IPP) esta quinta-feira, dia 5 de Dezembro, às 11 horas, e contará com a presença do secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, João Sobrinho Teixeira. A representar as duas instituições de ensino estarão Isabel Braga da Cruz, Presidente do Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa, e João Rocha, presidente do IPP.