Doze vinhos portugueses para oferecer neste Natal

A utilidade de um bom branco ou de um bom tinto é óbvia: podem ser consumidos logo na hora e alegrar a refeição de muita gente. E a boa notícia é que não tem que perder a cabeça para poder oferecer um bom vinho a quem lhe é mais próximo.

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Anna Costa

Neste Natal, pense na economia do país e ofereça vinho português a familiares e amigos. Não há ninguém que não goste de receber um bom vinho como presente. O vinho já é muito mais do que uma simples bebida alcoólica. Tem história e status. Quando surge uma crise económica, sofre como se fosse um produto de luxo.

Em Portugal, nunca se produziu tanto e tão bom vinho como agora. E, salvo umas poucas excepções, pode até dizer-se que é genericamente barato para a qualidade que apresenta. Não tem, pois, que perder a cabeça para poder oferecer um bom vinho a quem lhe é mais próximo.

A utilidade de um bom branco ou de um bom tinto é óbvia: podem ser consumidos logo na hora e alegrar a refeição de muita gente. Se o presenteado for abstémio, tem bom remédio: pode oferecer o vinho a outra pessoa de quem goste. Não é produto que se perca entre as mil e uma quinquilharias de Natal ou que se atire para o armário das “prendas que se agradeceram muito mas que se dispensavam”.

O grande desafio é escolher o “vinho”. Às cegas, sem referências, deve ser um drama ir a uma garrafeira ou a uma grande superfície comercial e escolher uma garrafa entre centenas de vinhos disponíveis. Todos os dias há um vinho novo, uma marca nova no mercado. Nem mesmo quem escreve sobre vinhos consegue acompanhar as novidades.

Na dúvida, comece por eliminar os vinhos até cinco euros. Podem bastar para o dia-a-dia, mas um vinho com este preço não é suficientemente bom para se oferecer no Natal. Não há milagres. Entre os cinco e os dez euros, já consegue encontrar muitos vinhos de boa qualidade. A partir dos dez euros, os riscos de fiasco diminuem de forma significativa.

Levar um guia de vinhos pode ajudar. Se não quiser ter esse trabalho, aconselhe-se com o responsável pelos vinhos. Se correr mal, terá sempre alguém a quem pedir contas. Pode reclamar de nós, por exemplo, se quiser ter em conta algum dos vinhos que escolhemos como sugestão para oferecer neste Natal e ficar descontente.