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Estes cães são doidos por snacks — e isso nota-se

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Quando o novo flash portátil de Christian Vieler chegou, em 2013, o alemão encontrava-se em estúdio, na companhia de Lotte, a sua cadela labrador retriever. Entusiasmado com o novo equipamento, o fotógrafo decidiu colocá-lo à prova e disparar a câmara fotográfica à velocidade de 1/8000 de segundo. Para fazê-lo, precisava de um modelo em movimento e Lotte revelou-se a candidata perfeita para essa função. "De forma a fazer Lotte mexer, comecei a atirar-lhe snacks", contou à CNN o alemão de 46 anos que vive em Waltorp. "Dias depois, quando estava a limpar o meu disco rígido, reparei que as fotos tinham muita graça." E assim nasceu o projecto Dogs Catching Treats, que se tornou num fenómeno de popularidade nas redes sociais.

Vieler começou por fotografar os cães de amigos e familiares, mas rapidamente recebeu propostas de donos de cães para retratar os seus animais de estimação. Durante a sessão, que dura aproximadamente 30 minutos, o fotógrafo torna-se o melhor amigo do cão. Os snacks ajudam a estabelecer a ligação. Christian começa a sessão com um flash de fraca intensidade, de forma a habituar os canídeos à luz. Apenas 5% de todos os animais que fotografou se assustam, garante. E nesse caso, pára imediatamente de fotografar para evitar o sofrimento dos animais. Até porque, explica, quando estão stressados, os cães não se interessam pelos snacks. Em cinco anos de trabalho, foi mordido apenas uma vez. "Creio que o pequenino me mordeu porque tinha dores e lhe toquei no sítio errado", reflecte.

Porque é que estas imagens são especiais? "As expressões dos cães correspondem a sentimentos ou emoções que conhecemos muitos bem", explica o fotógrafo à mesma fonte. Desejo, perda, dor e alegria. "Normalmente não vemos essas expressões de forma tão explícita nos rostos dos nossos cães." As imagens que realizou ao longo de cinco anos já se encontram compiladas em formato de fotolivro Treat! — e um novo livro, também de fotografia animal, já tem data de lançamento para este ano.

©Christian Vieler
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