Natxo Checa, timoneiro da Galeria Zé dos Bois Francisco Romão Pereira

“Na ZDB acordamos todos os dias com ganas de ir trabalhar”

E passaram 25 anos. No início, a Galeria Zé dos Bois queria diferenciar-se da geração artística anterior. Depois, da música às artes visuais e performativas, foi marcando várias gerações. O timoneiro Natxo Checa diz que o presente é bom para a ZDB.

Estávamos em 1994. Ano de Capital Europeia da Cultura em Lisboa. Da entrada de Jorge Molder para a direcção do Centro de Arte Moderna da Fundação Gulbenkian. E um ano antes havia inaugurado o Centro Cultural de Belém e a Culturgest.