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A torre projectada por Gustav Hassenpflug para o Hansaviertel tem 16 andares com cinco apartamentos cada. As família podiam escolher de entre seis plantas diferentes a que melhor se adaptava às suas necessidades Getty Images
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O Hansaviertel em 1964, vendo-se à esquerda o edifício desenhado por Oscar Niemeyer Colecção Ullstein Bild/Getty Images
Karl-Marx-Allee
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Um manifestante segura um cartaz em que se lê "luta de rendas, luta de classes" durante os protestos contra a subida das rendas em Berlim na Alameda Karl Marx em Abril de 2019 Steffi Loos/Getty Images
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Um passeio pela grande avenida socialista de Berlim no Verão de 1970 Colecção Ullstein Bild/Getty Images
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A Alameda Karl Marx foi projectada para a circulação automóvel e para paradas militares
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A escala dos edifício na Alameda Karl Marx impressiona
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Na Alameda Karl Marx o piso térreo dos edifício é, por regra, ocupado por lojas, restaurantes e galerias
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O Hochhaus an der Weberwiese é um projecto de Hermann Henselmann
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O edifício de Walter Gropius no Hansaviertel
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Uma das casas que Arne Jacobsen desenhou para o Hansaviertel, com a fachada fechada e as janelas todas voltadas para o pátio interior
Reportagem

Arquitectura: Já havia duas Berlins antes do muro

Duas áreas distintas de uma grande capital que era ainda uma cidade pequena no século XIX quando comparada com Londres ou Paris. A história (a guerra) dividiu-a e essa divisão nota-se, também, no planeamento urbano e na arquitectura. Um passeio por dois dos seus “bairros” que é uma viagem no tempo.

Percorrem-se as ruas do Hansaviertel e, apesar da escala de alguns dos edifícios, tudo parece feito para uma vida de bairro naturalmente rotineira, em que os vizinhos se reconhecem e se cumprimentam, em que é possível comprar o jornal numa tabacaria que fecha cedo e as crianças brincam nas muitas zonas verdes entre os blocos de apartamentos e a Academia de Arte, um espaço que convida a entrar e a ficar. “Posso ocupar uma das mesas do pátio?”, pergunto. “Será um prazer”, responde a funcionária da livraria à entrada, “mas será também um erro se não ficar a conhecer a nossa biblioteca”.