Crítica

A última mulher

Luz da Minha Vida é um filme simples e intimista: uma história de educação. Com uma certa química, ou mesmo um certo encanto.

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Um pai que prepara a filha para a violência do mundo
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A segunda longa de Casey Affleck como realizador, que também escreve o argumento, co-produz, e interpreta o principal papel masculino. Luz da Minha Vida revela alguma idiossincrasia: por exemplo, abre com uma longa cena de diálogo entre um pai (Affleck) e a filha pré-adolescente (Anna Pniowski), onde se contam histórias de animais e da Arca de Noé mas não se vê mais nada para além deles os dois, na penumbra da tenda onde estão deitados — e isto dura uma boa dezena de minutos, entrada um tanto corajosa num tempo em que os filmes tendem a começar imediatamente a dirigir-se ao reduzido attention span do comum espectador contemporâneo.