Anunciado limite orçamental para equilibrar a Fórmula 1

O objectivo é reduzir a diferença entre as formações mais poderosas e as restantes – a Mercedes venceu os últimos seis títulos de construtores –, sendo que está em estudo, também, a possibilidade do aumento do número de corridas no calendário da F1, de 21 para 25.

A Mercedes venceu os últimos seis títulos de constructores
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A Mercedes venceu os últimos seis títulos de constructores Reuters/LUIS CORTES

Limite no orçamento das equipas, unidades de potência iguais entre as equipas-satélite e as equipas principais de cada marca e aumento do número de peças-padrão entre os vários carros são as principais mudanças na Fórmula 1 para 2021, anunciadas, nesta quinta-feira, pela Federação Internacional do Automóvel e pela organização do Mundial.

O objectivo é reduzir a diferença entre as formações mais poderosas e as restantes – a Mercedes venceu os últimos seis títulos de construtores –, sendo que está em estudo, também, a possibilidade do aumento do número de corridas no calendário da F1, de 21 para 25.

Mas a maior mudança, além das mudanças técnicas (os carros serão mais pesados e com rodas maiores), prende-se mesmo com a implementação de um orçamento-limite para as equipas, que não poderão ultrapassar os 175 milhões de dólares (cerca de 157 milhões de euros) no melhoramento do carro.

“O objectivo sempre foi melhorar a competição e a acção na pista. Teremos carros mais aptos a lutar nas pistas”, afirmou o chefe executivo da F1, Chase Carey, em Austin, nos Estados Unidos, onde vai ser disputada a próxima corrida do Mundial.