Envelhecer nos próprios termos: “Não sou um objecto esquecido” e “ainda gosto de ser útil”

O grupo de pessoas mais velhas é cada vez mais diversificado. “Eu não me sinto ainda, apesar da idade que já tenho, com cabeça para dizer ‘quero estar em casa sossegadinha, embrulhada numa manta, aconchegada num maple'. Não me falem ainda nisso", diz Gabriela Cruz, 72 anos, ao PÚBLICO. Reformou-se aos 53 com o marido e, desde então, abraçaram juntos a reforma como a oportunidade de fazer o que não puderam enquanto trabalhavam. Luís Santos, por outro lado, vê a reforma como uma mera formalidade. Com 83 anos, o contabilista e antigo Presidente da Federação de Andebol de Portugal quer continuar a trabalhar até que a saúde lhe permita. 

Sugerir correcção