Telecomunicações

Pedro Mota Soares é o novo líder da Apritel

Ex-deputado foi membro da comissão parlamentar de economia, inovação e obras públicas, onde se debatem os assuntos relacionados com as telecomunicações.
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Advogado, ex-deputado e antigo ministro pelo CDS-PP vai agora liderar a Apritel evr Enric Vives-Rubio

Pedro Mota Soares é o novo líder da Associação dos Operadores de Comunicações Electrónicas (Apritel). O mandato como secretário-geral decorre de 2019 a 2022, segundo comunicado divulgado esta terça-feira, 15 de Setembro, pela entidade. Sucede a Daniela Antão, que iniciara o mandato em 2014. 

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O ex-deputado foi escolhido para “assegurar os desígnios estratégicos” da associação, avança a nota enviada às redacções, “numa altura em que o sector tem pela frente desafios nacionais e europeus de grande relevância, como é o caso do 5G e da transposição da directiva comunitária sobre o novo código europeu das comunicações electrónicas”. Este código pretende aumentar a competitividade da Europa, bem como estimular o investimento e acelerar o acesso público às redes wi-fi

Citado no comunicado da Apritel, Pedro Mota Soares defende que “as comunicações electrónicas vão ser a chave para a economia e a sociedade do futuro” e que, por isso, “é fundamental elevar a associação ao patamar de interlocutor indispensável em todas as matérias relativas às comunicações electrónicas”.

A Apritel pretende “esclarecer os consumidores, promover as boas práticas regulatórias e apoiar a sustentabilidade”, segundo a definição da própria organização. No comunicado, é recordado o peso do sector no emprego (18 mil pessoas) e na economia portuguesa, equivalente a 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Pedro Mota Soares, 45 anos, é advogado e foi deputado em cinco legislaturas, inclusive presidente do grupo parlamentar do CDS-PP na X legislatura. Foi também ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social entre 2011 e 2015. Adicionalmente, foi membro da Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas da Assembleia da República – comissão parlamentar onde se debatem os assuntos relacionados com as telecomunicações.