A porta, o vento e a tensão. Como Freitas do Amaral se lembrava da Constituinte

Freitas do Amaral, que morreu esta quinta-feira aos 78 anos, fez parte da Assembleia Constituinte que, em 1976, redigiu e aprovou a Constituição. Num especial feito pelo PÚBLICO, em 2016, não escondeu o orgulho quando falou desse período, desfiando memórias: uma porta que deixava entrar o vento, um funcionário que se lembrava do seu pai, deputado no Estado Novo, a tensão entre forças de esquerda que deixaram o fundador do CDS com receio de que o país pudesse entrar em guerra civil.

Morte de Diogo Freitas do Amaral:

 

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