Crítica

Louvor de Bernard Haitink

Dois registos imprescindíveis de um intérprete de eleição de Bruckner e Mahler, que agora se retirou depois de uma gloriosa carreira de 65 anos.

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O holandês Bernard Haitink tem um legado fonográfico imenso:entre novos registos e reedições, são mais de 500 discos PAULO PIMENTA

Na passada sexta-feira o holandês Bernard Haitink, dirigiu o seu último concerto, aos 90 anos. Numa derradeira digressão, com a Filarmónica de Viena, Haitink dirigiu o Concerto para Piano nº4 de Beethoven, sendo solista Emanuel  Ax (substituindo o previsto Murray Perahia, que continua com problemas físicos) e, dir-se-ia que inevitavelmente, a Sétima Sinfonia de Bruckner, com dois concertos, a 30 e 31 de Agosto no Festival de Salzburgo, a 3 de Setembro nos Proms em Londres, e a 6 no Festival de Lucerna.