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O Colégio da Trindade antes da requalificação, sendo visível a entrada da Biblioteca Joanina, no Paço das Escolas Cortesia: Atelier Aires Mateus
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O Colégio da Trindade antes da requalificação Cortesia: Atelier Aires Mateus
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O Colégio da Trindade antes da requalificação Cortesia: Atelier Aires Mateus
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Nelson Garrido/Cortesia: Atelier Aires Mateus
Manuel Aires Mateus

“O nosso tempo também tem a obrigação de construir património”

Pegaram num colégio do século XVI a que o tempo foi acrescentando elementos até o transformar em ruína e fizeram um centro de investigação, mantendo o que nele havia de eterno. Foi o edifício que acabou por escolher o que ficaria, diz o arquitecto Manuel Aires Mateus. Uma requalificação “silenciosa” que tem na cobertura o seu gesto mais instintivo.

Percorremos o Paço das Escolas ao longo do Colégio de S. Pedro em direcção ao gradeamento desviando-nos dos grupos de turistas asiáticos e franceses carregados de mapas, câmaras fotográficas e smartphones e, a dada altura, olhando em frente, somos surpreendidos por uma cobertura de pedra num edifício próximo, separado do grande palco da Alta de Coimbra por uma rua estreita que não se vê ao longe. A praça parece, por isso, prolongar-se por ali. Não podemos caminhar sobre ela, é certo, mas aos nossos olhos, quase sem darmos por isso, esta cobertura dá-lhe continuidade. O “artifício” imaginado pelos irmãos Manuel e Francisco Aires Mateus funciona na perfeição.