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Reportagem

Na fronteira do rio Minho, as pessoas atestam em Espanha. Como já o faziam

A greve nos transportes começa nesta segunda-feira por tempo indeterminado, mas as populações minhotas nada temem quanto ao abastecimento dos seus automóveis. Atestar o depósito em Espanha já era, afinal, mais barato. Alguns autarcas receiam, porém, o impacto no abastecimento dos supermercados, ainda para mais quando os emigrantes estão de regresso.

Um quilómetro é suficiente para separar (ou unir) dois países e também o volume de automóveis que procuram combustível num lado e noutro da fronteira. Essa é a distância entre uma das bombas em Valença – a Galp, na Avenida de Espanha – e uma das bombas de Tui – a Repsol, na Avenida de Portugal. Do lado espanhol do rio Minho, via-se, ali pela hora de almoço de sexta-feira, uma fila com cerca de dez carros à espera de atestarem os depósitos. A identificação lusitana das matrículas saltava aos olhos na maioria dos veículos.