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O norte-americano Jim Collins fala de uma receita para lideranças capazes de aumentar a produtividade das organizações: humildade pessoal, doseada com determinação. Aponta o presidente norte-americano Abraham Lincoln como exemplo de um líder que combinava estes dois traços de personalidade Abraham Lincoln, George P.A. Healy, 1869

Os líderes nascem ou aprendem a sê-lo? Ambos

A genética pode ajudar a determinar quem tem mais hipóteses de se alcandorar a lugares de poder. Mas os genes não garantem por si só uma boa liderança. Esta aprende-se. E, segundo os especialistas, os melhores líderes são os que combinam traços aparentemente paradoxais: humildade e ferocidade, por exemplo.

Os líderes nascem ou fazem-se? Um estudo feito em 2013 na University College de Londres, pelo investigador belga Jan-Emmanuel de Neve, apontou a existência de um genótipo, chamado “rs4950”, entretanto cunhado como “o gene da liderança”, que parece estar ligado à transmissão da capacidade de liderança através de gerações. Logo, quando a pergunta é se existe um gene que determina a probabilidade de alguém vir a ocupar posições de liderança, a resposta do investigador é sim – mas com (muitas) reservas.