Como as empresas se estão a preparar para a crise energética

Desde a agricultura aos resíduos, passando pelo aeroportos e pelos transportes públicos, as empresas estão a encher os depósitos e a definir planos para lidar com a greve dos motoristas de transporte de combustíveis e de mercadorias a partir de 12 de Agosto.

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Nuno Ferreira Santos
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Rui Gaudêncio
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Nuno Ferreira Santos
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A três dias da paralisação dos motoristas de mercadorias e matérias perigosas poder vir a arrancar, por tempo indeterminado, a agricultura é um dos sectores mais preocupados – parar, no que toca produtos perecíveis e animais, poderá levar ao caos, estendendo os efeitos ao elo seguinte da cadeia, da indústria à distribuição. O tempo que irá durar a greve e os seus efeitos é o que fará a diferença para a maioria dos restantes sectores, muitos deles já com armazenamento reforçado de combustíveis.