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Dia Mundial do Gato: mostra-nos o gato que ajudaste a salvar

Fez no dia 1 de Agosto um ano que ia a caminho da Maia para almoçar com uma amiga e, logo depois de atravessar a ponte do Freixo, vi um trapinho na berma. Mas o trapinho tinha orelhas! Por uns segundos segui viagem a dizer mal da minha vida... lá saí na saída seguinte, dei a volta, e pouco tempo depois estava a parar junto a um nico de gato, a ofegar, desesperado, a babar-se, deitado no asfalto abrasador sem sequer tentar fugir. Pensei que teria sido atropelado, preparei-me para o pior cenário. Nada ferido à primeira vista, mas estava em choque. Fui de imediato para o nosso veterinário e o bicho ficou internado. Nem se percebia de que cor seria, só os olhos cor de mar das Caraíbas faziam suspeitar de uma cor "siamesa". Fotografia enviada por Elsa Oliveira
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Fez no dia 1 de Agosto um ano que ia a caminho da Maia para almoçar com uma amiga e, logo depois de atravessar a ponte do Freixo, vi um trapinho na berma. Mas o trapinho tinha orelhas! Por uns segundos segui viagem a dizer mal da minha vida... lá saí na saída seguinte, dei a volta, e pouco tempo depois estava a parar junto a um nico de gato, a ofegar, desesperado, a babar-se, deitado no asfalto abrasador sem sequer tentar fugir. Pensei que teria sido atropelado, preparei-me para o pior cenário. Nada ferido à primeira vista, mas estava em choque. Fui de imediato para o nosso veterinário e o bicho ficou internado. Nem se percebia de que cor seria, só os olhos cor de mar das Caraíbas faziam suspeitar de uma cor "siamesa". Fotografia enviada por Elsa Oliveira

É no Verão, tempo para férias, que o abandono de animais atinge o seu pico. Mas muitas são as histórias de esperança que chegam depois de verdadeiros relatos de horror. São esses finais felizes que, desta vez, queremos conhecer. A propósito do Dia Mundial do Gato, 8 de Agosto, queremos conhecer o animal de companhia que ajudaste a salvar — e assim, quem sabe, inspirar outros a celebrá-los. Envia uma fotografia do teu felino para [email protected] e conta-nos, em poucas linhas, onde e como se encontraram. Também já o levas de férias? Iremos publicar alguns dos contributos nesta fotogaleria até às 10h de sexta-feira, 9 de Agosto. 

Galeria concluída. Não são aceites mais contribuições.

Uma loja de animais que eu costumava visitar estava a dar muitos gatinhos que tinham sido lá deixados durate a noite. Eu tinha 17 anos e após 1h ao telefone com os meus pais lá levei um destes gatinhos para casa (ainda foi comigo para escola primeiro). Disseram-me que tinha um mês e meio, que comia comida seca, e eu que nunca tinha tido gatos, acreditei. Com alguns exames percebeu-se que o gato não tinha mais que 2/3 semanas, e estava subnutrido.  O Riscas é filho da Adelaide, uma gata vadia da aldeia dos avós da minha melhor amiga. Este mês descobrimos que tem um problema neurológico que não lhe afeta a qualidade de vida. É um gato super feliz.
Uma loja de animais que eu costumava visitar estava a dar muitos gatinhos que tinham sido lá deixados durate a noite. Eu tinha 17 anos e após 1h ao telefone com os meus pais lá levei um destes gatinhos para casa (ainda foi comigo para escola primeiro). Disseram-me que tinha um mês e meio, que comia comida seca, e eu que nunca tinha tido gatos, acreditei. Com alguns exames percebeu-se que o gato não tinha mais que 2/3 semanas, e estava subnutrido. O Riscas é filho da Adelaide, uma gata vadia da aldeia dos avós da minha melhor amiga. Este mês descobrimos que tem um problema neurológico que não lhe afeta a qualidade de vida. É um gato super feliz. Fotografia enviada por Ana Teresa Ramos
Este é o Moony! Quando vimos a fotografia do estado em que ele estava numa publicação d'"O Porto dos Gatos" não conseguimos ficar indiferentes! Não tem um olho, tem a boca bastante torta, apesar de todos os tratamentos, não ouve quase nada, mas merecia uma família que o amasse incondicionalmente e hoje é isso que ele tem. Adoptamos este menino de imediato! Hoje é um gato feliz, saudável e cheio de energia! E embora tenha tido um passado difícil, é incrivelmente meigo e dá tudo por uns miminhos!
Este é o Moony! Quando vimos a fotografia do estado em que ele estava numa publicação d'"O Porto dos Gatos" não conseguimos ficar indiferentes! Não tem um olho, tem a boca bastante torta, apesar de todos os tratamentos, não ouve quase nada, mas merecia uma família que o amasse incondicionalmente e hoje é isso que ele tem. Adoptamos este menino de imediato! Hoje é um gato feliz, saudável e cheio de energia! E embora tenha tido um passado difícil, é incrivelmente meigo e dá tudo por uns miminhos! Fotografia enviada por Diana Correia
Odda, auto-resgatado no do Parque de S. Roque, no Porto. Decidiu com 3 meses que ia apanhar boleia de uma cadela de 50 quilos que nunca tinha visto e assim foi. Não existiu coragem de lhe recusar auxílio (nem ele aceitava a recusa) e 2 anos depois aqui estamos.
Talvez seja mais correcto dizer que é um cão estranho, não sei.
Odda, auto-resgatado no do Parque de S. Roque, no Porto. Decidiu com 3 meses que ia apanhar boleia de uma cadela de 50 quilos que nunca tinha visto e assim foi. Não existiu coragem de lhe recusar auxílio (nem ele aceitava a recusa) e 2 anos depois aqui estamos. Talvez seja mais correcto dizer que é um cão estranho, não sei. Fotografia enviada por Paula Ribeiro,Fotografia enviada por Paula Ribeiro
A Mafalda foi encontrada à porta do nosso apartamento em Novembro de 2017. Não havia experiência nenhuma com gatos, até porque nunca gostámos muito de felinos. Conquistou-nos e hoje é a princesa da casa .
A Mafalda foi encontrada à porta do nosso apartamento em Novembro de 2017. Não havia experiência nenhuma com gatos, até porque nunca gostámos muito de felinos. Conquistou-nos e hoje é a princesa da casa . Fotografia enviada por Sara Peças
Esta é a história feliz da minha gatinha Ramoninha Martins, que fez 6 anos no dia 3 de Agosto. Nasceu num canavial na Nazaré, numa ninhada em que os irmãos foram sendo todos comidos por uma cadela prenha. Adoptá-la foi a melhor decisão que tivemos. Agora é uma verdadeira princesa e faz companhia, ama e é amada por todos lá em casa.
Esta é a história feliz da minha gatinha Ramoninha Martins, que fez 6 anos no dia 3 de Agosto. Nasceu num canavial na Nazaré, numa ninhada em que os irmãos foram sendo todos comidos por uma cadela prenha. Adoptá-la foi a melhor decisão que tivemos. Agora é uma verdadeira princesa e faz companhia, ama e é amada por todos lá em casa. Fotografia enviada por Pedro Ramones

Durante o mês de Junho e num dia de muito calor numa aldeia de Trás-os-Montes decidimos ir comer um gelado ao café da aldeia com as minhas filhas de 5 e 7 anos e logo que saímos de casa encontramos um gatinho muito pequenino (cerca de 3 semanas) abandonado, a miar muito, com fome e ao sol. Foi amor à primeira vista. A Estrelinha tem-nos acompanhado nas férias para todo lado e é muito feliz.
Durante o mês de Junho e num dia de muito calor numa aldeia de Trás-os-Montes decidimos ir comer um gelado ao café da aldeia com as minhas filhas de 5 e 7 anos e logo que saímos de casa encontramos um gatinho muito pequenino (cerca de 3 semanas) abandonado, a miar muito, com fome e ao sol. Foi amor à primeira vista. A Estrelinha tem-nos acompanhado nas férias para todo lado e é muito feliz. Fotografia enviada por Mário Ferreira
A Lia foi resgatada da rua por uma associação e estava numa FAT quando me apaixonei por ela. Foi amor à primeira vista. Adoptei-a com 5 meses e estamos juntas há 5 anos. É a melhor companheira e confidente que podia desejar. Eu só a encontrei, ela salva-me deste mundo louco todos os dias. Um feliz dia e um lar com amor é o nosso desejo para todos os gatos do mundo.
A Lia foi resgatada da rua por uma associação e estava numa FAT quando me apaixonei por ela. Foi amor à primeira vista. Adoptei-a com 5 meses e estamos juntas há 5 anos. É a melhor companheira e confidente que podia desejar. Eu só a encontrei, ela salva-me deste mundo louco todos os dias. Um feliz dia e um lar com amor é o nosso desejo para todos os gatos do mundo. Fotografia enviada por Sara Oliveira
Verão de 2014, estava eu no Algarve. A minha irmã ligou-me com a voz amargurada. Tinha encontrado um gatinho em péssimas condições numa das muito movimentadas ruas de Lisboa. As pulgas eram às centenas e as fezes vinham cobertas de sangue. Quando o conheci, no Algarve, pensei que o gato não ia sobreviver, tal era o seu estado. Depois de muito amor, antibióticos e algumas idas ao veterinário, ele aí está: é um docinho. Dá-me um abraço demorado sempre que chego a casa depois do trabalho e aninha-se aos meus pés durante a noite.
Verão de 2014, estava eu no Algarve. A minha irmã ligou-me com a voz amargurada. Tinha encontrado um gatinho em péssimas condições numa das muito movimentadas ruas de Lisboa. As pulgas eram às centenas e as fezes vinham cobertas de sangue. Quando o conheci, no Algarve, pensei que o gato não ia sobreviver, tal era o seu estado. Depois de muito amor, antibióticos e algumas idas ao veterinário, ele aí está: é um docinho. Dá-me um abraço demorado sempre que chego a casa depois do trabalho e aninha-se aos meus pés durante a noite. Fotografia enviada por Ângela Veiga
Tinha medo de gatos, achava-os falsos e sem interesse... até que um dia apareceu um  gato lá por casa e foi ficando. Inicialmente, só lhe tocava com o pé, com muito receio. Agora, dorme comigo todas as noites. É o Sem Nome, o gato com os olhos azuis mais bonitos. Uns meses mais tarde, um gato com a cauda magoada decidiu entrar no meu carro. Estava muito magro e com um aspecto pouco saudável. Na altura não o levei comigo para casa, mas passados dois dias fui buscá-lo e hoje é o terrorista lá de casa. É o Lucky, que me ensinou que só tem azar quem não tem um gato preto.
Tinha medo de gatos, achava-os falsos e sem interesse... até que um dia apareceu um gato lá por casa e foi ficando. Inicialmente, só lhe tocava com o pé, com muito receio. Agora, dorme comigo todas as noites. É o Sem Nome, o gato com os olhos azuis mais bonitos. Uns meses mais tarde, um gato com a cauda magoada decidiu entrar no meu carro. Estava muito magro e com um aspecto pouco saudável. Na altura não o levei comigo para casa, mas passados dois dias fui buscá-lo e hoje é o terrorista lá de casa. É o Lucky, que me ensinou que só tem azar quem não tem um gato preto. Fotografia enviada por Salomé Nunes
Tinha 17 na altura e fazia voluntariado numa clínica veterinária. Um dia um criador de gatos persa rejeitou e abandonou uma cria bebé por ter nascido com um defeito. Um problema gastrointestinal agudo, típico de gatos com idade inferior a 5 anos, impossibilitava a sua venda e tornou-se um prejuízo para o senhor. Ou era adoptado ou abatido. Eu trouxe-o para a casa numa noite de chuva, vento e frio, já agoirando que não seria fácil e não foi. O sofrimento do gatinho era constante, o seu problema era crónico. Com a ajuda da minha mãe, conseguimos porcionar-lhe uma vida feliz por uns reles 6 anos. Foi a criatura não humana mais especial que conheci até hoje. O meu eterno Mustafá.
Tinha 17 na altura e fazia voluntariado numa clínica veterinária. Um dia um criador de gatos persa rejeitou e abandonou uma cria bebé por ter nascido com um defeito. Um problema gastrointestinal agudo, típico de gatos com idade inferior a 5 anos, impossibilitava a sua venda e tornou-se um prejuízo para o senhor. Ou era adoptado ou abatido. Eu trouxe-o para a casa numa noite de chuva, vento e frio, já agoirando que não seria fácil e não foi. O sofrimento do gatinho era constante, o seu problema era crónico. Com a ajuda da minha mãe, conseguimos porcionar-lhe uma vida feliz por uns reles 6 anos. Foi a criatura não humana mais especial que conheci até hoje. O meu eterno Mustafá. Fotografia enviada por Marta Martinho
A minha inseparável amiga, chamada Joaninha, apareceu em Esposende em Agosto de 2018, estava eu lá de férias. Teria cerca de 2 meses de idade. Vinha bem tratada e sem parasitas, mas tinha uma infecção nos olhos que a deixou com uma pequena deficiência na pupila do olho esquerdo. Quando "invadiu" a casa vinha muito dada e logo depressa se instalou e se afeiçoou às pessoas sem qualquer medo ou vergonha. Hoje vive comigo na Suíça, para onde comigo emigrou. O bilhete dela custou mais que o meu, mas nunca a deixaria para trás! É este o meu contributo, obrigado pela iniciativa!
A minha inseparável amiga, chamada Joaninha, apareceu em Esposende em Agosto de 2018, estava eu lá de férias. Teria cerca de 2 meses de idade. Vinha bem tratada e sem parasitas, mas tinha uma infecção nos olhos que a deixou com uma pequena deficiência na pupila do olho esquerdo. Quando "invadiu" a casa vinha muito dada e logo depressa se instalou e se afeiçoou às pessoas sem qualquer medo ou vergonha. Hoje vive comigo na Suíça, para onde comigo emigrou. O bilhete dela custou mais que o meu, mas nunca a deixaria para trás! É este o meu contributo, obrigado pela iniciativa! Fotografia enviada por André Marques
No dia 13 de Outubro de 2018 soube de uma gata que tinha tido uma ninhada (4 bebés) e que estava a levar os seus bebés para um outro lugar. Passado umas horas avisaram-me que havia um que há mais de 2 horas estava sozinho e não parava de miar. A mãe tinha-o deixado sozinho. Tive que o ir buscar. Era uma bolinha branca com 400 gramas. Hoje é um gatão lindo e feliz. O Limão.
No dia 13 de Outubro de 2018 soube de uma gata que tinha tido uma ninhada (4 bebés) e que estava a levar os seus bebés para um outro lugar. Passado umas horas avisaram-me que havia um que há mais de 2 horas estava sozinho e não parava de miar. A mãe tinha-o deixado sozinho. Tive que o ir buscar. Era uma bolinha branca com 400 gramas. Hoje é um gatão lindo e feliz. O Limão. Fotografia enviada por Maria Côrte Real
Petra Victória, 2 anos. Calculamos que ela tivesse perto de 3 meses quando na Av. Pedro Vitor foi encontrada a vaguear e a dormir debaixo dos carros. A estratégia passou por alimentá-la, todos os dias movíamos a comida e água para mais perto da porta (é um edifício com escritório e estabelecimento comercial pelo que está aberta). Da porta passou para meio da escada e em coisa de uma semana ela foi apanhada. Era uma fera! Bufava, arqueava o corpo, eriçava o pelo. Hoje, após um estágio bem sucedido, é membro de pleno direito deste escritório.
Petra Victória, 2 anos. Calculamos que ela tivesse perto de 3 meses quando na Av. Pedro Vitor foi encontrada a vaguear e a dormir debaixo dos carros. A estratégia passou por alimentá-la, todos os dias movíamos a comida e água para mais perto da porta (é um edifício com escritório e estabelecimento comercial pelo que está aberta). Da porta passou para meio da escada e em coisa de uma semana ela foi apanhada. Era uma fera! Bufava, arqueava o corpo, eriçava o pelo. Hoje, após um estágio bem sucedido, é membro de pleno direito deste escritório. Fotografia enviada por Maria Esteves Pereira
O Robin laranja tinha 3 anos na altura e é portador de FIV, o Luke tinha 5 meses e tinha sido encontrado num saco do lixo com 8 dias. Estavam os dois num abrigo. Encontrei o Robin no Facebook e perdi-me de amores por aqueles olhos verdes. Várias pessoas estavam interessadas nele por ser tão bonito mas assim que sabiam da doença não o queriam. Quanto a mim assim que o conheci foi amor para a vida toda e voltei a sentir uma alegria que não sentia desde a perda do meu outro gato. E foi assim que no Natal de 2016 adoptei um gato adulto com FIV e um gato preto que só veio dar sorte a este lar
O Robin laranja tinha 3 anos na altura e é portador de FIV, o Luke tinha 5 meses e tinha sido encontrado num saco do lixo com 8 dias. Estavam os dois num abrigo. Encontrei o Robin no Facebook e perdi-me de amores por aqueles olhos verdes. Várias pessoas estavam interessadas nele por ser tão bonito mas assim que sabiam da doença não o queriam. Quanto a mim assim que o conheci foi amor para a vida toda e voltei a sentir uma alegria que não sentia desde a perda do meu outro gato. E foi assim que no Natal de 2016 adoptei um gato adulto com FIV e um gato preto que só veio dar sorte a este lar Fotografia enviada por Vânia Duarte
A Luna (cinza) não foi um salvamento, mas apenas uma adopção. A Nuri (preta) foi salva por uma associação da zona de Leiria. Aos 6 meses era do tamanho de um bebé, vai coxear para a vida porque foi agredida em bebé e tinha um medo incrível de homens, na associação não saia debaixo dos armários, com medo. Hoje coxeia, mas já adora pessoas.
A Kika (malhada) foi encontrada em bebé junto ao meu prédio e a uma estrada movimentada, prestes a ser atacada por um cão ou atropelada, minúscula e doente com pouco mais de um mês.
A Luna (cinza) não foi um salvamento, mas apenas uma adopção. A Nuri (preta) foi salva por uma associação da zona de Leiria. Aos 6 meses era do tamanho de um bebé, vai coxear para a vida porque foi agredida em bebé e tinha um medo incrível de homens, na associação não saia debaixo dos armários, com medo. Hoje coxeia, mas já adora pessoas. A Kika (malhada) foi encontrada em bebé junto ao meu prédio e a uma estrada movimentada, prestes a ser atacada por um cão ou atropelada, minúscula e doente com pouco mais de um mês. Fotografia enviada por Diana Alves
Já foram vários os gatos que salvei e ajudei a salvar. A Princesa chegou a nossa casa no Verão de 2012, com muita fome. Eu estava a entrar na minha rua com a minha madrinha (que me ia deixar o cão dela enquanto ia de férias) e ouvia-se um miar desesperado. Olhei ao redor e não foi preciso muito para a encontrar: em frente a uma das casas, a miar bastante alto, à procura de algo, magrinha e muito suja. Fui ao pé dela, peguei ao colo, fiz umas festinhas e trouxe-a comigo para lhe dar comida. Mantive-a separada dos gatos residentes da casa enquanto não a levei ao veterinário. Foi lá que descobrimos que ela tinha estado com bebés e alguém os tirou dela, daí o miar desesperado. Ainda hoje procura os bebés de vez em quando, mas nós pegamos nela e damos-lhe os mimos todos do mundo! É um amor de gata que acabou por conquistar não só os nossos corações como os dos gatinhos que já tínhamos em casa e que, infelizmente, já faleceram. Eram os melhores amigos.
Já foram vários os gatos que salvei e ajudei a salvar. A Princesa chegou a nossa casa no Verão de 2012, com muita fome. Eu estava a entrar na minha rua com a minha madrinha (que me ia deixar o cão dela enquanto ia de férias) e ouvia-se um miar desesperado. Olhei ao redor e não foi preciso muito para a encontrar: em frente a uma das casas, a miar bastante alto, à procura de algo, magrinha e muito suja. Fui ao pé dela, peguei ao colo, fiz umas festinhas e trouxe-a comigo para lhe dar comida. Mantive-a separada dos gatos residentes da casa enquanto não a levei ao veterinário. Foi lá que descobrimos que ela tinha estado com bebés e alguém os tirou dela, daí o miar desesperado. Ainda hoje procura os bebés de vez em quando, mas nós pegamos nela e damos-lhe os mimos todos do mundo! É um amor de gata que acabou por conquistar não só os nossos corações como os dos gatinhos que já tínhamos em casa e que, infelizmente, já faleceram. Eram os melhores amigos. Fotografia enviada por Ana Catarina Ferreira
Esta gatinha bebé foi resgatada de um cano, na escola onde lecciono, em São João da Madeira, pelos alunos. Foi levada de imediato por mim à clínica veterinária que a tratou com carinho e simpatia e a acolheu até ao fim do dia. 
Depois de muitas lágrimas, pois todos a queriam adoptar, a Joana convenceu a mãe e ficou com ela! 
Hoje é tratada como uma princesa e faz as delícias de toda a família!
Esta gatinha bebé foi resgatada de um cano, na escola onde lecciono, em São João da Madeira, pelos alunos. Foi levada de imediato por mim à clínica veterinária que a tratou com carinho e simpatia e a acolheu até ao fim do dia. Depois de muitas lágrimas, pois todos a queriam adoptar, a Joana convenceu a mãe e ficou com ela! Hoje é tratada como uma princesa e faz as delícias de toda a família! Fotografia enviada por Susana Silva
O nome dele é Paco, Paquito ou Bandido. Encontrado na rua há cerca de dois anos. Parecia uma bola visto ao longe, era tão pequeno que cabia no meu ombro. Muito desconfiado, não se deu a mimos na primeira noite. Ainda estudava por isso passava algumas horas na faculdade. Quando voltava e entrava no quarto, tinha a criatura a miar desesperado porque subiu para a cama e não sabia descer... Levo-o de férias comigo, mas nem cheira a água. Sobe telhados, mas não os desce. Destruiu os estofos das cadeiras da sala. Quando lhe corto as garras, fica tão zangado que nem olha para mim. É o meu bebé e é lindo!
O nome dele é Paco, Paquito ou Bandido. Encontrado na rua há cerca de dois anos. Parecia uma bola visto ao longe, era tão pequeno que cabia no meu ombro. Muito desconfiado, não se deu a mimos na primeira noite. Ainda estudava por isso passava algumas horas na faculdade. Quando voltava e entrava no quarto, tinha a criatura a miar desesperado porque subiu para a cama e não sabia descer... Levo-o de férias comigo, mas nem cheira a água. Sobe telhados, mas não os desce. Destruiu os estofos das cadeiras da sala. Quando lhe corto as garras, fica tão zangado que nem olha para mim. É o meu bebé e é lindo! Fotografia enviada por Marta Alves
Encontrei o Magoo na estrada, subnutrido e com uma grave infecção nos olhos. Trouxe-o para casa, depois foram três operações duas aos olhos e uma para esterilização. Apesar de estar cego consegue fazer uma vida normal, dá-se bem com os outros gatos e até brinca com eles, é muito meiguinho.
Encontrei o Magoo na estrada, subnutrido e com uma grave infecção nos olhos. Trouxe-o para casa, depois foram três operações duas aos olhos e uma para esterilização. Apesar de estar cego consegue fazer uma vida normal, dá-se bem com os outros gatos e até brinca com eles, é muito meiguinho. Fotografia enviada por António Peleja
Este é o Mittsu, um gatinho preto muito desconfiado, e com razão. Foi resgatado da rua com uma perna cortada, na altura do Halloween. infelizmente teve de amputar o resto da patinha. No entanto é um gatinho mega doce, apesar de ainda não confiar nas pessoas, e muito dificilmente irá confiar. É gato preto, com três patas, muito dificilmente seria adoptado, e na rua não sobreviveria. Agora é uma gato mimado, feliz e protegido! Uma história triste mas com um final feliz!
Este é o Mittsu, um gatinho preto muito desconfiado, e com razão. Foi resgatado da rua com uma perna cortada, na altura do Halloween. infelizmente teve de amputar o resto da patinha. No entanto é um gatinho mega doce, apesar de ainda não confiar nas pessoas, e muito dificilmente irá confiar. É gato preto, com três patas, muito dificilmente seria adoptado, e na rua não sobreviveria. Agora é uma gato mimado, feliz e protegido! Uma história triste mas com um final feliz! Fotografia enviada por Ana Vicente
No canto superior esquerdo é a Gabriela ou Gabi, encontrada com cerca de 3 meses, em pleno Inverno, numa caixa de papelão com um irmão. Está connosco há quase 9 anos. No canto superior direito é a Flor, que apareceu na rua cheia de pulgas, extremamente magra e desidratada e com as patas queimadas. Está cá há mais de 3 anos. No canto inferior esquerdo é a Morena, que chegou da rua com 400 gramas e com uma constipação que demorou meses a tratar. Vive connosco há mais de 1 ano. o canto inferior direito é o Zé Fuinha, que foi deixado num caixote do lixo com um irmão já morto; tinha 250 gramas. Foi retirado do contentor por uma vizinha, que ao contrário de muitos que lá passaram antes dela não ignorou o miar aflito de um bebé. Chegou no dia 1 de Junho deste ano.
Em homenagem à sua história de vida sofrida, injusta, mas também heróica a muitos níveis, têm todos nomes de personagens dos livros do Jorge Amado.
No canto superior esquerdo é a Gabriela ou Gabi, encontrada com cerca de 3 meses, em pleno Inverno, numa caixa de papelão com um irmão. Está connosco há quase 9 anos. No canto superior direito é a Flor, que apareceu na rua cheia de pulgas, extremamente magra e desidratada e com as patas queimadas. Está cá há mais de 3 anos. No canto inferior esquerdo é a Morena, que chegou da rua com 400 gramas e com uma constipação que demorou meses a tratar. Vive connosco há mais de 1 ano. o canto inferior direito é o Zé Fuinha, que foi deixado num caixote do lixo com um irmão já morto; tinha 250 gramas. Foi retirado do contentor por uma vizinha, que ao contrário de muitos que lá passaram antes dela não ignorou o miar aflito de um bebé. Chegou no dia 1 de Junho deste ano. Em homenagem à sua história de vida sofrida, injusta, mas também heróica a muitos níveis, têm todos nomes de personagens dos livros do Jorge Amado. Fotografia enviada por Mariana Camisão
Não salvei o meu felino. Não comprei. Não apanhei na rua. Não tem uma história trágica. Mas o meu felino salvou-me a mim. Com 9 anos mal eu sabia o que a vida me esperava e o gato tão pouco. Não tinha muitos amigos e não sabia interagir com as pessoas que tinha na minha vida. Num dia triste em que a minha gatinha de 6 meses morreu numa operação, uma senhora do veterinário disse que tinha uma ninhada de gatos. Escolhemos o gato preto mais feio, mais parecido com um rato e cheio de parasitas. O nome Chester veio do rádio do elevador que tocava Linkin Park.
Foram 14 anos. Quando eu chorava por sentir que estava sozinha no mundo ele punha-se perto de mim e miava de forma irritante até eu pegar nele e ele poder encostar o focinho no meu ombro até eu parar de chorar. O pequeno coração dele absorvia o que o meu não aguentava. O ano em que o Chester dos Linkin Park decidiu que já não dava mais foi o ano em que o meu melhor amigo partiu e deixou um vazio. Mas sei que dei a melhor vida possível a um gato que até podia ter acabado ou com outra família ou na rua.Desculpem-me, mas o meu gato salvou-me a mim e nunca me abandonou. E faz um ano que ele se foi embora.
Não salvei o meu felino. Não comprei. Não apanhei na rua. Não tem uma história trágica. Mas o meu felino salvou-me a mim. Com 9 anos mal eu sabia o que a vida me esperava e o gato tão pouco. Não tinha muitos amigos e não sabia interagir com as pessoas que tinha na minha vida. Num dia triste em que a minha gatinha de 6 meses morreu numa operação, uma senhora do veterinário disse que tinha uma ninhada de gatos. Escolhemos o gato preto mais feio, mais parecido com um rato e cheio de parasitas. O nome Chester veio do rádio do elevador que tocava Linkin Park. Foram 14 anos. Quando eu chorava por sentir que estava sozinha no mundo ele punha-se perto de mim e miava de forma irritante até eu pegar nele e ele poder encostar o focinho no meu ombro até eu parar de chorar. O pequeno coração dele absorvia o que o meu não aguentava. O ano em que o Chester dos Linkin Park decidiu que já não dava mais foi o ano em que o meu melhor amigo partiu e deixou um vazio. Mas sei que dei a melhor vida possível a um gato que até podia ter acabado ou com outra família ou na rua.Desculpem-me, mas o meu gato salvou-me a mim e nunca me abandonou. E faz um ano que ele se foi embora. Fotografia enviada por Inês Nogueira
Cá em casa só temos um critério em relação aos animais: têm de ser pretos. Infelizmente nos dias que correm ainda há superstição e discriminação para com os gatos pretos. Pouco depois do nosso primeiro gato falecer com quase 21 anos apareceu-nos no Facebook um apelo de uma rapariga que tinha encontrado um gatinho bebé na rua e não tinha como ficar com ele. Fomos buscá-lo, chamámo-lo Sparta e, 4 anos depois, revelou ser o gatinho mais carinhoso de sempre desde o primeiro dia. Recentemente decidimos arranjar-lhe uma companhia felina para a vida. Encontramos um abrigo de Oliveira de Azeméis que tinha uma gatinha com 3 meses para adoção que ninguém queria adoptar por ser preta. Pareceu-nos a escolha perfeita, percorremos quase 200 km para a ir buscar e trouxemo-la para casa. Chama-se Luna (na fotografia) e uma semana depois já são amigos. Esperemos que um dia se tornem os melhores amigos!
Cá em casa só temos um critério em relação aos animais: têm de ser pretos. Infelizmente nos dias que correm ainda há superstição e discriminação para com os gatos pretos. Pouco depois do nosso primeiro gato falecer com quase 21 anos apareceu-nos no Facebook um apelo de uma rapariga que tinha encontrado um gatinho bebé na rua e não tinha como ficar com ele. Fomos buscá-lo, chamámo-lo Sparta e, 4 anos depois, revelou ser o gatinho mais carinhoso de sempre desde o primeiro dia. Recentemente decidimos arranjar-lhe uma companhia felina para a vida. Encontramos um abrigo de Oliveira de Azeméis que tinha uma gatinha com 3 meses para adoção que ninguém queria adoptar por ser preta. Pareceu-nos a escolha perfeita, percorremos quase 200 km para a ir buscar e trouxemo-la para casa. Chama-se Luna (na fotografia) e uma semana depois já são amigos. Esperemos que um dia se tornem os melhores amigos! Fotografia enviada por Ana Pereira
A Charlie tem cerca de três anos. Fomos buscá-la a um abrigo. Na altura queríamos adoptar um segundo gato e decidimos tentar um abrigo/gatil - vivo na Alemanha desde 2008 e até hoje nunca vi um animal abandonado, por isso salvar um gato da rua é algo impossível de acontecer! Interessante também é o facto dos processos de adopção de animais serem bastante longos e incluem visitas a casa para ver se as condições são boas para o gato, tentam perceber se o animal já existente tem uma personalidade compatível com o animal que se vai adoptar tendo em consideração, por exemplo, a idade dos dois, etc.
A Charlie tem cerca de três anos. Fomos buscá-la a um abrigo. Na altura queríamos adoptar um segundo gato e decidimos tentar um abrigo/gatil - vivo na Alemanha desde 2008 e até hoje nunca vi um animal abandonado, por isso salvar um gato da rua é algo impossível de acontecer! Interessante também é o facto dos processos de adopção de animais serem bastante longos e incluem visitas a casa para ver se as condições são boas para o gato, tentam perceber se o animal já existente tem uma personalidade compatível com o animal que se vai adoptar tendo em consideração, por exemplo, a idade dos dois, etc. Fotografia enviada por Mariana Alves
Esta é a Maria Antonieta del Rey, está comigo há cerca de três anos, e foi adoptada já com cerca de seis anos. 
Fui buscá-la a um abrigo onde se encontrava há dois anos, foi encontrada pelas ruas de Setúbal, com coleira. Possivelmente abandonada, tentaram de tudo para encontrar os donos, mas nunca ninguém apareceu. Descobri-a pelo Facebook. Foi amor à primeira vista, fui logo buscá-la, e adaptou-se logo à nova casa, percebeu o que lhe tinha acontecido e não parava de se roçar nas minhas pernas em forma de agradecimento.
Esta é a Maria Antonieta del Rey, está comigo há cerca de três anos, e foi adoptada já com cerca de seis anos. Fui buscá-la a um abrigo onde se encontrava há dois anos, foi encontrada pelas ruas de Setúbal, com coleira. Possivelmente abandonada, tentaram de tudo para encontrar os donos, mas nunca ninguém apareceu. Descobri-a pelo Facebook. Foi amor à primeira vista, fui logo buscá-la, e adaptou-se logo à nova casa, percebeu o que lhe tinha acontecido e não parava de se roçar nas minhas pernas em forma de agradecimento. Fotografia enviada por Sofia Braga
Este é o Freddie. 
Tem coleira, tem nome e até tem casa, mas há bem pouco tempo vagueava pela zona industrial onde trabalho, magro e ferido.
Meigo e cativante, conquistou os corações cá de casa quando não era o seu destino aqui ficar.
Este é o Freddie. Tem coleira, tem nome e até tem casa, mas há bem pouco tempo vagueava pela zona industrial onde trabalho, magro e ferido. Meigo e cativante, conquistou os corações cá de casa quando não era o seu destino aqui ficar. Fotografia enviada por Cátia Costa
Encontrei a Daisy em Dezembro um Domingo a chover muito tinha menos de 2 meses abandonada por causa de ter o rabo torto peguei nela e levei a veterinária logo fez parte da família hoje e a menina da casa muito obediente e querida
Encontrei a Daisy em Dezembro, num domingomuito chuvoso. Tinha menos de dois meses e foi abandonada por ter o rabo torto. Peguei nela e levei-a à veterinária. A partir daí fez parte da família.
Encontrei a Daisy em Dezembro um Domingo a chover muito tinha menos de 2 meses abandonada por causa de ter o rabo torto peguei nela e levei a veterinária logo fez parte da família hoje e a menina da casa muito obediente e querida Encontrei a Daisy em Dezembro, num domingomuito chuvoso. Tinha menos de dois meses e foi abandonada por ter o rabo torto. Peguei nela e levei-a à veterinária. A partir daí fez parte da família. Fotografia enviada por Patrícia
Filho de uma gata vadia, era para ir para um Centro Hípico apanhar ratos no palheiro, mas depois de o ter em casa a minha filha não o deixou mais sair...
Filho de uma gata vadia, era para ir para um Centro Hípico apanhar ratos no palheiro, mas depois de o ter em casa a minha filha não o deixou mais sair... Fotografia enviada por Maria Martins
A Ladybug era uma gatinha que vivia em muito más condições e como se isso não bastasse a antiga dona foi internada e os seus 22 animais ficaram abanonados à sua própria sorte.  Ela ganhou uma vida nova e um novo nome, é a Daisy. Não tem alguns dentinhos, ainda tem feridas a sarar, tem um olho torto e poderia ser rejeitada por várias pessoas pelas suas imperfeições. Para mim ela é perfeita e vai ser muito feliz.
A Ladybug era uma gatinha que vivia em muito más condições e como se isso não bastasse a antiga dona foi internada e os seus 22 animais ficaram abanonados à sua própria sorte. Ela ganhou uma vida nova e um novo nome, é a Daisy. Não tem alguns dentinhos, ainda tem feridas a sarar, tem um olho torto e poderia ser rejeitada por várias pessoas pelas suas imperfeições. Para mim ela é perfeita e vai ser muito feliz. Fotografia enviada por Joana
Fui ao canil de Monsanto tentar arranjar uma gata laranja para o meu sobrinho. Deram-me para o colo um bébé laranja. Esperei pela veterinária para me dizer que era macho... já não tive coragem de o voltar a pôr na gaiola. Já tem 9 anos, é muito doente, mas adoro-o.
Fui ao canil de Monsanto tentar arranjar uma gata laranja para o meu sobrinho. Deram-me para o colo um bébé laranja. Esperei pela veterinária para me dizer que era macho... já não tive coragem de o voltar a pôr na gaiola. Já tem 9 anos, é muito doente, mas adoro-o. Fotografia enviada por Fátima Silveira
A Fofinha foi recolhida da rua a 26 de Dezembro de 2014. Aparentemente sem dono, ficou connosco 3 dias até que o pretenso dono apareceu. Entregámo-la, com pena, para a recebermos de volta horas depois. Alegaram que a gata estava muito inquieta e agressiva e entregou-nos de volta a Fofinha. A rotina dela implica pelo menos duas idas diárias à rua. Acode ao assobio dos donos, não tolera outros gatos.
A Fofinha foi recolhida da rua a 26 de Dezembro de 2014. Aparentemente sem dono, ficou connosco 3 dias até que o pretenso dono apareceu. Entregámo-la, com pena, para a recebermos de volta horas depois. Alegaram que a gata estava muito inquieta e agressiva e entregou-nos de volta a Fofinha. A rotina dela implica pelo menos duas idas diárias à rua. Acode ao assobio dos donos, não tolera outros gatos. Fotografia enviada por Pedro Maurício
A Boneca foi encontrada num dia de Agosto de calor intenso, próximo da nossa casa. Dias mais tarde voltamos a avistá-la. Desta feita arriscámos levá-la para casa. A gata residente, a Fofinha, maltratou-a e tivemos de deixar ir a Boneca. Todos os dias e durante duas semanas levamos comida ao local onde a Boneca se refugiava.
Voltamos a arriscar e levamo-la novamente para casa. Durante uma semana, a Boneca e a Fofinha foram mantidas em divisões separadas. Um dos donos dormiu durante essa semana na garagem para fazer companhia à Boneca. Após as juntarmos houve muitos arrufos mas hoje e apesar de a Boneca e a Fofinha não serem amigas, reina a ordem na casa.
A Boneca foi encontrada num dia de Agosto de calor intenso, próximo da nossa casa. Dias mais tarde voltamos a avistá-la. Desta feita arriscámos levá-la para casa. A gata residente, a Fofinha, maltratou-a e tivemos de deixar ir a Boneca. Todos os dias e durante duas semanas levamos comida ao local onde a Boneca se refugiava. Voltamos a arriscar e levamo-la novamente para casa. Durante uma semana, a Boneca e a Fofinha foram mantidas em divisões separadas. Um dos donos dormiu durante essa semana na garagem para fazer companhia à Boneca. Após as juntarmos houve muitos arrufos mas hoje e apesar de a Boneca e a Fofinha não serem amigas, reina a ordem na casa. Fotografia enviada por Pedro Maurício
O Pai Simpson foi deixado para trás quando o vizinho mudou de casa...
Lá teve de passar a ser da nossa família (Pai Simpson porque, mais tarde, adoptámos uma gata amarela, a Amarelinha, também abandonada à nossa porta) e foram os orgulhosos pais de mais um gato amarelo (Cherovia). Toda uma família amarela!
O Pai Simpson foi deixado para trás quando o vizinho mudou de casa... Lá teve de passar a ser da nossa família (Pai Simpson porque, mais tarde, adoptámos uma gata amarela, a Amarelinha, também abandonada à nossa porta) e foram os orgulhosos pais de mais um gato amarelo (Cherovia). Toda uma família amarela! Fotografia enviada por Estefânia Barroso
A minha Zloti Maria, a rafeirinha, foi encontrada por nós numa estrada deserta sozinha à mercê da vida, com menos de um mês... Domamos a fera que era. Hoje em dia tem o terrível hábito de 'mamar' na pontinha do rabinho, talvez por não ter tido mamã.  A minha Mingau Lúcia, a branquinha, tem três mesinhos e foi resgatada por uma associação, o GRUVA, no meio de uma rotunda a chover. É simplesmente um amor e adora dormir no nosso pescoço. Ao princípio não se suportavam... Hoje? São as irmãs com mais laços do que as de sangue!
A minha Zloti Maria, a rafeirinha, foi encontrada por nós numa estrada deserta sozinha à mercê da vida, com menos de um mês... Domamos a fera que era. Hoje em dia tem o terrível hábito de 'mamar' na pontinha do rabinho, talvez por não ter tido mamã. A minha Mingau Lúcia, a branquinha, tem três mesinhos e foi resgatada por uma associação, o GRUVA, no meio de uma rotunda a chover. É simplesmente um amor e adora dormir no nosso pescoço. Ao princípio não se suportavam... Hoje? São as irmãs com mais laços do que as de sangue! Fotografia enviada por Michele Meco
Sou o Larvas e tenho 4 anos. Os meus donos deram-me este nome porque encontraram-me sozinho e assustado na rua, com larvas numa ferida.
Felizmente, trataram de mim e adoptaram-me e hoje sou um gato muito feliz. Espero que todos os meus amiguinhos que vivem na rua tenham a mesma sorte que eu.
Sou o Larvas e tenho 4 anos. Os meus donos deram-me este nome porque encontraram-me sozinho e assustado na rua, com larvas numa ferida. Felizmente, trataram de mim e adoptaram-me e hoje sou um gato muito feliz. Espero que todos os meus amiguinhos que vivem na rua tenham a mesma sorte que eu. Fotografia enviada por Clarisse Freitas
A Branquinha e bebés, todos recolhidos na rua e adoptados para a vida!
A Branquinha e bebés, todos recolhidos na rua e adoptados para a vida! Fotografia enviada por Natália Fé
A Pérola é a gata que não consegui salvar. A caminho de casa deparei-me com ela em Algés, não fugia e estava toda encolhida. Tinha sido atropelada e tinha anteriormente sofrido muitos maus tratos. Já era adulta e faltavam dentes, provavelmente arrancados. A Pérola, como eu a baptizei nas últimas 2h, foi posta a dormir há pouco. O sofrimento dela terminou no quentinho e no carinho de quem lhe deu atenção. Mas e os outros? Por favor sejam responsáveis quando compram ou adoptam um animal. Até hoje, espero que tenha tomado a decisão certa.
A Pérola é a gata que não consegui salvar. A caminho de casa deparei-me com ela em Algés, não fugia e estava toda encolhida. Tinha sido atropelada e tinha anteriormente sofrido muitos maus tratos. Já era adulta e faltavam dentes, provavelmente arrancados. A Pérola, como eu a baptizei nas últimas 2h, foi posta a dormir há pouco. O sofrimento dela terminou no quentinho e no carinho de quem lhe deu atenção. Mas e os outros? Por favor sejam responsáveis quando compram ou adoptam um animal. Até hoje, espero que tenha tomado a decisão certa. Fotografia enviada por Andreia Cordeiro
Eu sou o SunSiMiao, encontrado junto a um caixote do lixo, muito magrinho. Tinha cerca de um mês , mês e meio de vida. A minha cuidadora pensou que estava morto. Hoje sou este gatão lindo, com dois anos super meiguinho e querido.
Eu sou o SunSiMiao, encontrado junto a um caixote do lixo, muito magrinho. Tinha cerca de um mês , mês e meio de vida. A minha cuidadora pensou que estava morto. Hoje sou este gatão lindo, com dois anos super meiguinho e querido. Fotografia enviada por Viviane Veiga
A Evy nasceu em Junho de 2017 e foi encontrada em Queluz Belas, junto dos seus 4 irmãos. Todos os irmãos ganharam uma doença e acabaram por morrer e esta menina foi a única resistente. 
A primeira vez que peguei nela, adormeceu logo nos meus braços.
A Evy nasceu em Junho de 2017 e foi encontrada em Queluz Belas, junto dos seus 4 irmãos. Todos os irmãos ganharam uma doença e acabaram por morrer e esta menina foi a única resistente. A primeira vez que peguei nela, adormeceu logo nos meus braços. Fotografia enviada por Maria João Barreiro
A Micas foi abandonada na semana de S. João, ainda bebé, num terreno baldio ao lado da casa dos meus pais. Foi impossível não nos sensibilizarmos com o olhar de ''gatos das botas'' que ela nos lançou. Trouxemo-la connosco, demos-lhe o que havia para a aconchegar e...puffff...ela escondeu-se debaixo de um armário. Só saía de lá quando percebia que lhe levávamos algo para comer. Foi necessário algum tempo até a Micas perceber que tinha conquistado uma família.
A Micas foi abandonada na semana de S. João, ainda bebé, num terreno baldio ao lado da casa dos meus pais. Foi impossível não nos sensibilizarmos com o olhar de ''gatos das botas'' que ela nos lançou. Trouxemo-la connosco, demos-lhe o que havia para a aconchegar e...puffff...ela escondeu-se debaixo de um armário. Só saía de lá quando percebia que lhe levávamos algo para comer. Foi necessário algum tempo até a Micas perceber que tinha conquistado uma família. Fotografia enviada por Marisa Couto
A Mika foi encontrada com poucas semana de vida abandonada numa estrada à chuva, em Leiria. O Balu foi encontrado num saco do lixo, com os irmãos com dias de vida, pela associação Gatos Urbanos. A família de acolhimento reparou que o Balu era um gato especial: ele não tem visão periférica. Assim que o vimos na secção para adoptar decidimos que ele era o gato ideal para nós.
A Mika foi encontrada com poucas semana de vida abandonada numa estrada à chuva, em Leiria. O Balu foi encontrado num saco do lixo, com os irmãos com dias de vida, pela associação Gatos Urbanos. A família de acolhimento reparou que o Balu era um gato especial: ele não tem visão periférica. Assim que o vimos na secção para adoptar decidimos que ele era o gato ideal para nós. Fotografia enviada por Marta Fernandes
Setembro de 2014. Gatinha com poucos dias salva de um ecoponto. Actualmente passa o dia comigo, mesmo quando estou a trabalhar. Quando sai (jardim e campos próximos), ao voltar faz sempre questão de me vir avisar que está de volta, com uma turra nas pernas.
Setembro de 2014. Gatinha com poucos dias salva de um ecoponto. Actualmente passa o dia comigo, mesmo quando estou a trabalhar. Quando sai (jardim e campos próximos), ao voltar faz sempre questão de me vir avisar que está de volta, com uma turra nas pernas. Fotografia enviada por Nelson Gonçalves
Há muito que trato de animais de rua, em particular, colónias de felino, mas este foi "plantado" no quintal da minha avó nonagenária. E foi assim que o Malteser entrou nas nossas vidas, doce como um chocolate, brincalhão, amante de água e de festas, da rua, passou a ter um lar e irmãos felinos e dois humanos que o adoram.
Há muito que trato de animais de rua, em particular, colónias de felino, mas este foi "plantado" no quintal da minha avó nonagenária. E foi assim que o Malteser entrou nas nossas vidas, doce como um chocolate, brincalhão, amante de água e de festas, da rua, passou a ter um lar e irmãos felinos e dois humanos que o adoram. Fotografia enviada por Inês Valentim
A Mel (gata tigrada) estava na minha rua, com miaus que quase se ouviam a quilómetros de distância. Passava pouco das 3h da manhã quando tive de sair de casa para ver o que se passava. Quando a encontrei, era pouco maior que uma ratazana, escondida debaixo de um carro. Depois de várias tentativas de salvamento, deitado no alcatrão, a tentar arrancá-la do motor do carro (que não era meu e que podiam suspeitar de roubo) lá lhe consegui pegar. Hoje, com 4 aninhos faz parte da família e é um amor de gata.
A Mel (gata tigrada) estava na minha rua, com miaus que quase se ouviam a quilómetros de distância. Passava pouco das 3h da manhã quando tive de sair de casa para ver o que se passava. Quando a encontrei, era pouco maior que uma ratazana, escondida debaixo de um carro. Depois de várias tentativas de salvamento, deitado no alcatrão, a tentar arrancá-la do motor do carro (que não era meu e que podiam suspeitar de roubo) lá lhe consegui pegar. Hoje, com 4 aninhos faz parte da família e é um amor de gata. Fotografia enviada por Ricardo Reis
Este é o Letto. Foi retirado por mim e pela minha filha da rua em Évora, num estado muito debilitado. Nenhuma instituição o podia  acolher, estavam todas sobrelotadas. Decidimos esterilizá-lo e aí tomamos também conhecimento que é FIV positivo, o que o impediu de partilhar à vontade o espaço com o gato que já possuímos. Então, os meus pais que tinham perdido a sua gatinha há algum tempo, foram sensibilizados e acederam a acolher este doce. Hoje é o menino dos seus mimos.
Este é o Letto. Foi retirado por mim e pela minha filha da rua em Évora, num estado muito debilitado. Nenhuma instituição o podia acolher, estavam todas sobrelotadas. Decidimos esterilizá-lo e aí tomamos também conhecimento que é FIV positivo, o que o impediu de partilhar à vontade o espaço com o gato que já possuímos. Então, os meus pais que tinham perdido a sua gatinha há algum tempo, foram sensibilizados e acederam a acolher este doce. Hoje é o menino dos seus mimos. Fotografia enviada por Paula Ribeiro
Quando me mudei de casa dos meus pais, decidi que a minha casa não estaria completa sem um gato. Pesquisei em sites de adopção na expectativa de me apaixonar e foi aí que vi o Pó pela primeira vez. Chegou-me às mãos depois de vários tropeções da associação com 4 meses, uma enorme coriza, pulgas, parasitas e com apenas um quilo e meio. Os primeiros meses foram muito complicados, mas hoje é o gato mais agradecido e amoroso que poderia ter encontrado. Adora cumprimentar pessoas à porta, sejam amigos ou o carteiro.
Quando me mudei de casa dos meus pais, decidi que a minha casa não estaria completa sem um gato. Pesquisei em sites de adopção na expectativa de me apaixonar e foi aí que vi o Pó pela primeira vez. Chegou-me às mãos depois de vários tropeções da associação com 4 meses, uma enorme coriza, pulgas, parasitas e com apenas um quilo e meio. Os primeiros meses foram muito complicados, mas hoje é o gato mais agradecido e amoroso que poderia ter encontrado. Adora cumprimentar pessoas à porta, sejam amigos ou o carteiro. Fotografia enviada por Marta Rocha
O Kiko foi adoptado em pequeno e retirado à família que o adoptou por ser vítima de maus tratos. Depois, ficou ao cuidado das Associações Tico Teco no Cartaxo e Pravi Santarém.  Quando o meu outro gato faleceu eu queria encontrar um gato igual a ele e foi nas páginas destas associações que vi o Kiko. Quando o fui buscar ele estava à minha espera... foi mágico o nosso encontro! Como se já nos conhecêssemos há imenso tempo.
O Kiko foi adoptado em pequeno e retirado à família que o adoptou por ser vítima de maus tratos. Depois, ficou ao cuidado das Associações Tico Teco no Cartaxo e Pravi Santarém. Quando o meu outro gato faleceu eu queria encontrar um gato igual a ele e foi nas páginas destas associações que vi o Kiko. Quando o fui buscar ele estava à minha espera... foi mágico o nosso encontro! Como se já nos conhecêssemos há imenso tempo. Fotografia enviada por Ginia
O Tarek (o seu nome árabe oficial) apareceu à porta do supermercado 
perto da minha casa no Dubai com algumas semanas de vida.
Ficou por ali alguns dias, alimentado por mim e por algumas outras 
pessoas, embora aqui não exista uma cultura de ter animais 
domésticos, sobretudo para a população local bastante indiferente aos 
mesmos. A temperatura e a humidade no Verão são elevadíssimas aqui e uma noite (com 39º C) encontrei-o inerte em cima de uma caixa de eletricidade, com a respiração muito acelerada. Abriu os olhos para mim e não resisti. Pedi uma caixa de cartão no supermercado e trouxe-o para casa.
Agora, é a minha companhia já vai para dois meses
O Tarek (o seu nome árabe oficial) apareceu à porta do supermercado perto da minha casa no Dubai com algumas semanas de vida. Ficou por ali alguns dias, alimentado por mim e por algumas outras pessoas, embora aqui não exista uma cultura de ter animais domésticos, sobretudo para a população local bastante indiferente aos mesmos. A temperatura e a humidade no Verão são elevadíssimas aqui e uma noite (com 39º C) encontrei-o inerte em cima de uma caixa de eletricidade, com a respiração muito acelerada. Abriu os olhos para mim e não resisti. Pedi uma caixa de cartão no supermercado e trouxe-o para casa. Agora, é a minha companhia já vai para dois meses Fotografia enviada por Álvaro Lopes
Estes são os meus quatro gatinhos. Todos vindos da rua. Três deles criei à chucha com mais três, há 5 anos, eram no total 6, a mãe morreu atropelada. Levantava-me de 2 em 2 horas para lhes dar leite e cuidar deles. Foi uma experiência super absorvente e enriquecedora. Sobreviveram todos.
Estes são os meus quatro gatinhos. Todos vindos da rua. Três deles criei à chucha com mais três, há 5 anos, eram no total 6, a mãe morreu atropelada. Levantava-me de 2 em 2 horas para lhes dar leite e cuidar deles. Foi uma experiência super absorvente e enriquecedora. Sobreviveram todos. Fotografia enviada por Lilianma Martins
Foi há 14 anos que encontrei esta "pequenina" e a mana dela (bravas como tudo!) numa valeta. Deviam ter 1 mês na altura. Demorei horas para conseguir recolhê-las, mas valeu todos os segundos.
A  "Caninoca" continua a lançar charme com os seus 14 anos. Infelizmente a mana ("Canininha")  já não está connosco.
Foi há 14 anos que encontrei esta "pequenina" e a mana dela (bravas como tudo!) numa valeta. Deviam ter 1 mês na altura. Demorei horas para conseguir recolhê-las, mas valeu todos os segundos. A "Caninoca" continua a lançar charme com os seus 14 anos. Infelizmente a mana ("Canininha") já não está connosco. Fotografia enviada por Joana Marques
Resgatamos a nossa gata Florbela há 2 anos, durante uma caminhada. Ao virar de uma esquina ela veio a correr em direção ao meu marido como se dissesse. "Meu dono chegou!" O seu nome é em homenagem à Florbela Espanca. A foto demonstra bem a ferinha que ela é, apesar de a princípio se mostrar muito meiga. Fomos enganados!
Resgatamos a nossa gata Florbela há 2 anos, durante uma caminhada. Ao virar de uma esquina ela veio a correr em direção ao meu marido como se dissesse. "Meu dono chegou!" O seu nome é em homenagem à Florbela Espanca. A foto demonstra bem a ferinha que ela é, apesar de a princípio se mostrar muito meiga. Fomos enganados! Fotografia enviada por Berna Oliveira
Resgatei o Pantera há cerca de 4 anos num terreno baldio em frente ao Hospital de Gaia, quando ainda ele não era maior que um palmo e meio. Apesar de muito magro, com imensas falhas de pêlo, cheio de pulgas e fome, fez questão de me mostrar logo quem ia mandar em casa. Há dias, quando estava sentada no sofá, deitou-se pela primeira vez à minha beira e pôs a pata no meu regaço. Acho que estive cerca de uma hora sem me mexer do sofá.
Resgatei o Pantera há cerca de 4 anos num terreno baldio em frente ao Hospital de Gaia, quando ainda ele não era maior que um palmo e meio. Apesar de muito magro, com imensas falhas de pêlo, cheio de pulgas e fome, fez questão de me mostrar logo quem ia mandar em casa. Há dias, quando estava sentada no sofá, deitou-se pela primeira vez à minha beira e pôs a pata no meu regaço. Acho que estive cerca de uma hora sem me mexer do sofá. Fotografia enviada por Márcia Oliveira
Foram abandonados doentes em Junho deste ano. Tinham perto de dois meses e além das infecções que traziam estavam com frio, fome, sede e extremamente assustados. Hoje, depois de vários tratamentos e de avanços e recuos no seu estado de saúde, podemos dizer que já se encontram bem, recuperados e felizes. Apesar de continuarmos o tratamento nos olhinhos em dois deles, o pior dos cenários já está afastado e continuam a sarar bem. São extremamente meigos e carinhosos e aguardam agora um novo lar que lhes dê a atenção,  cuidado e o amor que merecem. O retorno é em dobro.
Foram abandonados doentes em Junho deste ano. Tinham perto de dois meses e além das infecções que traziam estavam com frio, fome, sede e extremamente assustados. Hoje, depois de vários tratamentos e de avanços e recuos no seu estado de saúde, podemos dizer que já se encontram bem, recuperados e felizes. Apesar de continuarmos o tratamento nos olhinhos em dois deles, o pior dos cenários já está afastado e continuam a sarar bem. São extremamente meigos e carinhosos e aguardam agora um novo lar que lhes dê a atenção, cuidado e o amor que merecem. O retorno é em dobro. Fotografia de um dos gatos enviada por Ana Marinho
Este é o Oscar. Tinha 1 mês de vida, foi abandonado e encontrado sem mãe e sozinho . No primeiro minuto que nos vimos foi amor à primeira vista - foi ele que me escolheu. Veio ter comigo e brincou com os cordões das minhas sapatilhas. E trouxe-o para casa! Vinha muito magro e com uma conjuntivite. Tratei-o e amei-o desde o primeiro dia e ele sem notar faz-me sentir que sou amado por ele. Mal abro a porta de casa lá está ele à minha espera para me dar a sua patinha. O olhar dele é delicioso, tal como as suas lambidelas na minha cara, como se tratasse de um beijinho. 
Curioso, brincalhão, guloso e meigo são algumas algumas características que o tornam tão especial.
Este é o Oscar. Tinha 1 mês de vida, foi abandonado e encontrado sem mãe e sozinho . No primeiro minuto que nos vimos foi amor à primeira vista - foi ele que me escolheu. Veio ter comigo e brincou com os cordões das minhas sapatilhas. E trouxe-o para casa! Vinha muito magro e com uma conjuntivite. Tratei-o e amei-o desde o primeiro dia e ele sem notar faz-me sentir que sou amado por ele. Mal abro a porta de casa lá está ele à minha espera para me dar a sua patinha. O olhar dele é delicioso, tal como as suas lambidelas na minha cara, como se tratasse de um beijinho. Curioso, brincalhão, guloso e meigo são algumas algumas características que o tornam tão especial. Fotografia enviada por Fábio Fonseca
Estava com a minha esposa num take away em Silves e enquanto esperávamos reparámos num gatinho, muito pequenino, com aspecto de menos de um mês, junto à passadeira do lado oposto da rua. Pensamos em ir ter com ele quando saíssemos pois naquele sítio a probabilidade de ser atropelado era elevada. Quando chegámos perto pensei que fosse fugir por ser de rua, mas em vez disso desatou a miar e correu para a minha mulher. Imediatamente percebemos que tinha algo errado: faltava-lhe uma pata da frente “provavelmente arrancada por outro gato” (disse-nos o veterinário depois). Trouxemo-lo para casa e hoje é um rei por aqui. Ps: chamámos-lhe Sardinha, devido ao cheiro nauseabundo a sardinhas podres que emanava quando o resgatámos.
Estava com a minha esposa num take away em Silves e enquanto esperávamos reparámos num gatinho, muito pequenino, com aspecto de menos de um mês, junto à passadeira do lado oposto da rua. Pensamos em ir ter com ele quando saíssemos pois naquele sítio a probabilidade de ser atropelado era elevada. Quando chegámos perto pensei que fosse fugir por ser de rua, mas em vez disso desatou a miar e correu para a minha mulher. Imediatamente percebemos que tinha algo errado: faltava-lhe uma pata da frente “provavelmente arrancada por outro gato” (disse-nos o veterinário depois). Trouxemo-lo para casa e hoje é um rei por aqui. Ps: chamámos-lhe Sardinha, devido ao cheiro nauseabundo a sardinhas podres que emanava quando o resgatámos. Fotografia enviada por Alex Cruz
Envio o nosso gato Njuški (tem um nome croata, le-se: nhuski) que foi salvo da rua. Uma senhora encontrou-o num saco de plástico dentro de um caixote do lixo juntamente com o seu maninho, sem a mãe. A senhora estava à procura de alguem que o podesse adoptar e quando vimos este branquinho com a caudinha amarela ficamos logo apaixonados. É um gato mais querido do mundo e já faz dois anos no seu novo lar em Lisboa onde é muito feliz e muito amado.
Envio o nosso gato Njuški (tem um nome croata, le-se: nhuski) que foi salvo da rua. Uma senhora encontrou-o num saco de plástico dentro de um caixote do lixo juntamente com o seu maninho, sem a mãe. A senhora estava à procura de alguem que o podesse adoptar e quando vimos este branquinho com a caudinha amarela ficamos logo apaixonados. É um gato mais querido do mundo e já faz dois anos no seu novo lar em Lisboa onde é muito feliz e muito amado. Fotografia enviada por Dora Jerbic
No dia 18 de Agosto de 2014 o meu namorado levou-me a um canil perto de nós, para eu eventualmente escolher um cãozinho de porte pequeno que precisasse de uma família que lhe desse todo o amor e cuidados necessários. Então visitei todos os cães mas não tinha conseguido tomar nenhuma decisão. Entretanto o veterinário fala-nos dos gatos que estavam no gatil, adultos, jovens e bebés. Lá  fomos um pouco a medo e vimos tantos gatos a precisar de tudo, quando olhei para baixo vi esta pequenina aos meus pés. Vi que precisava de muitos cuidados e de muito amor, senti uma ligação  imediata. Trouxemos a Carlota para a nossa família, demos lhe o nome que damos às  mulheres da família do meu namorado as Carlotas. Espero que ela viva eternamente porque não imagino a minha vida sem ela, é teimosa mas dá nos tanto tanto amor!
No dia 18 de Agosto de 2014 o meu namorado levou-me a um canil perto de nós, para eu eventualmente escolher um cãozinho de porte pequeno que precisasse de uma família que lhe desse todo o amor e cuidados necessários. Então visitei todos os cães mas não tinha conseguido tomar nenhuma decisão. Entretanto o veterinário fala-nos dos gatos que estavam no gatil, adultos, jovens e bebés. Lá fomos um pouco a medo e vimos tantos gatos a precisar de tudo, quando olhei para baixo vi esta pequenina aos meus pés. Vi que precisava de muitos cuidados e de muito amor, senti uma ligação imediata. Trouxemos a Carlota para a nossa família, demos lhe o nome que damos às mulheres da família do meu namorado as Carlotas. Espero que ela viva eternamente porque não imagino a minha vida sem ela, é teimosa mas dá nos tanto tanto amor! Fotografia enviada por Marta Gomes e Fábio Carloto
Encontrei o Maneki, há 6 anos, perdido no meio de uma sebe de agapantos no jardim de casa dos meus pais. Ainda tinha os olhos fechados, provavelmente a mãe deixou-o para trás.
A vet disse que dificilmente sobreviveria... Alimentei-o a biberão de 3 em 3 horas. Não só sobreviveu como se tornou neste gatarrão lindo.
Já foi de férias para Vila Verde e Foz Côa, mas agora prefere ficar por casa com o mimo a que tem direito.
Encontrei o Maneki, há 6 anos, perdido no meio de uma sebe de agapantos no jardim de casa dos meus pais. Ainda tinha os olhos fechados, provavelmente a mãe deixou-o para trás. A vet disse que dificilmente sobreviveria... Alimentei-o a biberão de 3 em 3 horas. Não só sobreviveu como se tornou neste gatarrão lindo. Já foi de férias para Vila Verde e Foz Côa, mas agora prefere ficar por casa com o mimo a que tem direito. Fotografia enviada por Andreia Novais
presento-lhes a Celi, uma gatinha muito especial, pois é invisual. Fomos buscá-la a Coimbra, onde vivia doente e sozinha, num anexo, após ter sido deixada para trás pela dona que entretanto havia emigrado. Conhecemos a Celi pelo Facebook após a divulgação da sua história pelo grupo Gatos Urbanos, sediado em Coimbra. Apaixonei-me de imediato pela Celi. Quando me disseram que poderia adoptá-la, fiquei tão feliz! A Celi é uma gatinha muito feliz e de uma meiguice extrema. É muito acarinhada por toda a família, mas com uma ligação fortíssima comigo.  Não gosto que tenham pena nem dó da minha Celi. Ela não precisa, porque é igual a qualquer outro gato, faz tudo o que os outros gatos fazem, só que é mais protegida devido à sua condição. Para nós,  é um pormenor tão insignificante, que nos esquecemos dele.
presento-lhes a Celi, uma gatinha muito especial, pois é invisual. Fomos buscá-la a Coimbra, onde vivia doente e sozinha, num anexo, após ter sido deixada para trás pela dona que entretanto havia emigrado. Conhecemos a Celi pelo Facebook após a divulgação da sua história pelo grupo Gatos Urbanos, sediado em Coimbra. Apaixonei-me de imediato pela Celi. Quando me disseram que poderia adoptá-la, fiquei tão feliz! A Celi é uma gatinha muito feliz e de uma meiguice extrema. É muito acarinhada por toda a família, mas com uma ligação fortíssima comigo. Não gosto que tenham pena nem dó da minha Celi. Ela não precisa, porque é igual a qualquer outro gato, faz tudo o que os outros gatos fazem, só que é mais protegida devido à sua condição. Para nós, é um pormenor tão insignificante, que nos esquecemos dele. Fotografia enviada por Maria Singh
Três resgatados. Jack, Sally e Lucy. O Jack e a Sally foram paridos na arrecadação do prédio e salvos de irem parar a um saco plástico por um vizinho mau carácter. Alimentados a biberão de 3 em 3 horas. A Lucy, a pretinha, tirada do motor de um carro, era para dar, mas nós apaixonamo-nos e ficou.
Três resgatados. Jack, Sally e Lucy. O Jack e a Sally foram paridos na arrecadação do prédio e salvos de irem parar a um saco plástico por um vizinho mau carácter. Alimentados a biberão de 3 em 3 horas. A Lucy, a pretinha, tirada do motor de um carro, era para dar, mas nós apaixonamo-nos e ficou. Fotografia enviada por Nathalia Macagnan
O Camões foi encontrado há precisamente 2 anos na beira de uma estrada, tinha aproximadamente 1 mês e estava desnutrido e em risco de perder os dois olhos, na qual um deles, acabou mesmo por perder.
O Camões foi encontrado há precisamente 2 anos na beira de uma estrada, tinha aproximadamente 1 mês e estava desnutrido e em risco de perder os dois olhos, na qual um deles, acabou mesmo por perder. Fotografia enviada por Elsa e Marcos
O Mathias foi abandonado num condomínio fechado na Venda do Pinheiro quando os donos emigraram para a Alemanha e ele ficou para trás
O Mathias foi abandonado num condomínio fechado na Venda do Pinheiro quando os donos emigraram para a Alemanha e ele ficou para trás Fotografia enviada por Maria José Pinto
"Por incrível que pareça sou eu nas duas fotografias, a Lisa. A primeira fotografia foi tirada em Julho de 2013, dias depois de ser resgatada da rua, e a segunda é de Abril de 2019 a desfrutar de uns raios de sol. No Verão de 2013 apareci na casa dos meus donos super magrinha e sem conseguir miar (achavam que eu era muda, mas eu simplesmente não tinha forças para miar). Mas, por azar meu eles tinham outro gatinho e não sabiam muito bem como me adoptar. Infelizmente, mas felizmente para mim, o gatinho que eles tinham morreu atropelado e aí a minha vida mudou. Fiquei na casa deles esse Verão e nunca mais de lá saí. Mais tarde, deuilhes três gatinhos lindos e eles decidiram ficar com uma das minhas filhas que, às vezes, me atormenta a vida. Eles acham que sou uma gata muito feliz e especial, mas mal eles sabem que me saiu a sorte grande poder ter uma casa, comida e muito mimo."
"Por incrível que pareça sou eu nas duas fotografias, a Lisa. A primeira fotografia foi tirada em Julho de 2013, dias depois de ser resgatada da rua, e a segunda é de Abril de 2019 a desfrutar de uns raios de sol. No Verão de 2013 apareci na casa dos meus donos super magrinha e sem conseguir miar (achavam que eu era muda, mas eu simplesmente não tinha forças para miar). Mas, por azar meu eles tinham outro gatinho e não sabiam muito bem como me adoptar. Infelizmente, mas felizmente para mim, o gatinho que eles tinham morreu atropelado e aí a minha vida mudou. Fiquei na casa deles esse Verão e nunca mais de lá saí. Mais tarde, deuilhes três gatinhos lindos e eles decidiram ficar com uma das minhas filhas que, às vezes, me atormenta a vida. Eles acham que sou uma gata muito feliz e especial, mas mal eles sabem que me saiu a sorte grande poder ter uma casa, comida e muito mimo." Fotografia enviada por Ana Margarida Rodrigues
Na imagem inferior encontra-se a Zaza, uma gata actualmente com 11 anos que adoptei numa associação de animais abandonados quando tinha apenas 1 ano. Durante 10 anos foi a única rainha da casa, até ao ano passado, quando adoptei o Amadeus e o Nacho (imagem superior), dois irmãos que foram atirados de um carro em movimento para o meio da estrada quando tinham pouco mais de 1 mês de idade. Felizmente a Zaza aceitou-os imediatamente e hoje em dia os três são inseparáveis. Durante as férias costumam ficar em casa, com acesso a caixas de areia extra e várias taças de comida e uma fonte de água e felizmente costumo contar com a ajuda de algum amigo ou familiar que se desloca regularmente ao apartamento para verificar se eles estão bem.
Na imagem inferior encontra-se a Zaza, uma gata actualmente com 11 anos que adoptei numa associação de animais abandonados quando tinha apenas 1 ano. Durante 10 anos foi a única rainha da casa, até ao ano passado, quando adoptei o Amadeus e o Nacho (imagem superior), dois irmãos que foram atirados de um carro em movimento para o meio da estrada quando tinham pouco mais de 1 mês de idade. Felizmente a Zaza aceitou-os imediatamente e hoje em dia os três são inseparáveis. Durante as férias costumam ficar em casa, com acesso a caixas de areia extra e várias taças de comida e uma fonte de água e felizmente costumo contar com a ajuda de algum amigo ou familiar que se desloca regularmente ao apartamento para verificar se eles estão bem. Fotografia enviada por Vanessa Ferreira
O D'Artagnan entrou na minha vida em 2017 quando tinha apenas 2 meses de idade e foi resgatado do frio e da chuva por um colega de faculdade. Ao ver o D'art naquela caixinha, tão pequeno, mas com os olhinhos tão expressivos, tive a certeza de que estávamos conectados. Quando me mudei do Brasil para Portugal no ano passado, não houve dúvidas de que o meu companheiro felino viria comigo. Hoje ele já está completamente adaptado em terras portuguesas, saudável, feliz e principalmente a partilhar e receber muito amor.
O D'Artagnan entrou na minha vida em 2017 quando tinha apenas 2 meses de idade e foi resgatado do frio e da chuva por um colega de faculdade. Ao ver o D'art naquela caixinha, tão pequeno, mas com os olhinhos tão expressivos, tive a certeza de que estávamos conectados. Quando me mudei do Brasil para Portugal no ano passado, não houve dúvidas de que o meu companheiro felino viria comigo. Hoje ele já está completamente adaptado em terras portuguesas, saudável, feliz e principalmente a partilhar e receber muito amor. Fotografia enviada por Mariana Fernandes
Tenho o Gigi desde Dezembro de 2015 e ele nasceu a 5 de Setembro de 2015. Gosto de o chamar Gigi Mercury pois partilha a mesma data de nascimento com o Freddie Mercury. Vai de férias comigo, tem festa de aniversário todos os anos e está emigrado comigo na Suécia. Viaja de avião e irá para onde eu tiver que ir. É um british shorthair o que faz dele um gato de porte grande. Decidir ter um gato foi a melhor decisão da minha vida e não espero menos do que 20 anos na companhia dele.
Tenho o Gigi desde Dezembro de 2015 e ele nasceu a 5 de Setembro de 2015. Gosto de o chamar Gigi Mercury pois partilha a mesma data de nascimento com o Freddie Mercury. Vai de férias comigo, tem festa de aniversário todos os anos e está emigrado comigo na Suécia. Viaja de avião e irá para onde eu tiver que ir. É um british shorthair o que faz dele um gato de porte grande. Decidir ter um gato foi a melhor decisão da minha vida e não espero menos do que 20 anos na companhia dele. Fotografia enviada por Lili Dias
Encontrei a Kimi em 2015 na rua com uma pata partida, a qual teve que ser amputada. Mas não é por isso que a impede de brincar, ser feliz e carinhosa. Para melhorar o seu bem estar já fez acupuntura.
Encontrei a Kimi em 2015 na rua com uma pata partida, a qual teve que ser amputada. Mas não é por isso que a impede de brincar, ser feliz e carinhosa. Para melhorar o seu bem estar já fez acupuntura. Fotografia enviada por Andreia Ferreira
A Nori  foi encontrada em 2014 pelo carteiro no caixote do lixo com poucas horas de vida e levou-a para uma clínica veterinária. A minha cunhada trabalhava lá na altura e cuidaram dela no primeiro mês de vida. Desde essa altura que faz parte da nossa vida e pensa que é gente.
A Nori foi encontrada em 2014 pelo carteiro no caixote do lixo com poucas horas de vida e levou-a para uma clínica veterinária. A minha cunhada trabalhava lá na altura e cuidaram dela no primeiro mês de vida. Desde essa altura que faz parte da nossa vida e pensa que é gente. Fotografia enviada por Andreia Ferreira
A minha cadela tinha falecido há 3 meses com 14 anos. Eu ainda estava a tentar recuperar a perda e ter outro animal não me passava sequer pela cabeça. Num domingo, a convite de uns amigos de família, dirigi-me a uma pequena aldeia algures perto de Caminha para um almoço em casa deles. Esses amigos estavam a alimentar um gatinho de 2 meses que tinha aparecido lá no quintal, tinha uma infeção respiratória, muitos parasitas e o pêlo todo no ar. Mal me aproximei dele, ele saltou para o meu colo e a dona da casa muito contente diz “olha, gostou de ti! Eu agora vou estar 2 meses fora e não o vou poder alimentar, não queres ficar com ele?”. Eu, que só tinha tido cães até então, de repente vi-me mãe de um gato! Passados 2 anos cá estamos nós, felizes e preparados para vivermos mais 20 juntos (pelo menos).
A minha cadela tinha falecido há 3 meses com 14 anos. Eu ainda estava a tentar recuperar a perda e ter outro animal não me passava sequer pela cabeça. Num domingo, a convite de uns amigos de família, dirigi-me a uma pequena aldeia algures perto de Caminha para um almoço em casa deles. Esses amigos estavam a alimentar um gatinho de 2 meses que tinha aparecido lá no quintal, tinha uma infeção respiratória, muitos parasitas e o pêlo todo no ar. Mal me aproximei dele, ele saltou para o meu colo e a dona da casa muito contente diz “olha, gostou de ti! Eu agora vou estar 2 meses fora e não o vou poder alimentar, não queres ficar com ele?”. Eu, que só tinha tido cães até então, de repente vi-me mãe de um gato! Passados 2 anos cá estamos nós, felizes e preparados para vivermos mais 20 juntos (pelo menos). Fotografia enviada por Ana Pimentel

O B tem 4 meses, encontrei-o abandonado há 2 semanas muito magrinho e com fome. Adoptei-o assim que o vi porque é absolutamente irresistível. Já foi à sua primeira consulta ao veterinário e já tem BI. Adora roer mindinhos e já é o boss cá de casa. Chama-se B porque, tal como eu, também é fã de U2 e de Bono.
O B tem 4 meses, encontrei-o abandonado há 2 semanas muito magrinho e com fome. Adoptei-o assim que o vi porque é absolutamente irresistível. Já foi à sua primeira consulta ao veterinário e já tem BI. Adora roer mindinhos e já é o boss cá de casa. Chama-se B porque, tal como eu, também é fã de U2 e de Bono. Fotografia enviada por Bruno Fernandes
A Pandora (preta) e a Zica (siamesa) apareceram junto à nossa casa. Dei-lhes de comer durante alguns meses. A Pandora era adulta e a Zica bebé. Este Verão apareceu um pequenino à nossa porta. Comecei a dar-lhe de comer, mas entretanto fomos de férias, 15 dias. Quando regressámos, lá estava ele à nossa espera. Recolhi-o, estava repleto de carrapatos - o seu nome é "Carrapato". Tinha a pata partida e agora está em recuperação e vai ficar connosco. Já o levamos a um casamento, ao Agroal, e vai tomar café connosco.
A Pandora (preta) e a Zica (siamesa) apareceram junto à nossa casa. Dei-lhes de comer durante alguns meses. A Pandora era adulta e a Zica bebé. Este Verão apareceu um pequenino à nossa porta. Comecei a dar-lhe de comer, mas entretanto fomos de férias, 15 dias. Quando regressámos, lá estava ele à nossa espera. Recolhi-o, estava repleto de carrapatos - o seu nome é "Carrapato". Tinha a pata partida e agora está em recuperação e vai ficar connosco. Já o levamos a um casamento, ao Agroal, e vai tomar café connosco. Fotografia enviada por Susana Baltazar