Universidade do Minho ganha bolsa da Fundação Getty para repensar uma estação de comboios em Moçambique

Projecto vai estudar a Estação Central da Beira para lhe documentar a história, avaliar o seu estado de conservação e propor, se for caso disso, novos usos para este edifício que é dado como um dos mais importantes exemplos do moderno tropical nas antigas colónias portuguesas. O apoio é de 160 mil euros e espera-se que esteja concluído até Outubro de 2021.

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O edifício visto da praça da entrada principal Elisiário Miranda
Transporte ferroviário
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Linhas e plataformas Elisiário Miranda
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Átrio público da gare Elisiário Miranda
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Uma das entradas da estação, marcada por uma grelha de betão e um painel de Jorge Garizo do Carmo Elisiário Miranda
Estação Ferroviária da Beira
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Detalhe da fachada principal do edifício da administração Elisiário Miranda

Inaugurada há mais de 50 anos, a estação ferroviária da Beira nunca deixou de funcionar, mesmo quando a guerra civil fazia parar os comboios. Recentemente afectada pelo ciclone Idai, em Março deste ano, vai agora ser alvo de um amplo projecto de estudo que antecede os necessários trabalhos de conservação e reabilitação deste que é um dos mais importantes edifícios modernos de Moçambique. O levantamento vai ser feito por uma equipa da Universidade do Minho em colaboração com a autoridade dos Portos e Caminhos-de-ferro de Moçambique e com a Universidade Eduardo Mondlane, de Maputo, e será custeado pela Fundação Getty, que lhe atribuiu 160 mil euros.