Há sexo depois do cancro da próstata? E do primeiro filho? Há dez anos que o SexLab investiga a saúde sexual dos portugueses

Há uma década que se faz investigação na área da sexualidade na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. Com uma população heterogénea, desde doentes com cancro a pessoas com disfunção eréctil ou com incapacidade física até casais que vão ser pais pela primeira vez.

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Nélson Garrido
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Da esquerda para a direita, as investigadoras Nicoletta Cera, Catarina Moura, Ana Gomes, Inês Tavares, Mariana Carrito, Raquel Pereira e Pedro Nobre no centro Nélson Garrido
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Estar doente não é sinónimo de ter menos vontade sexual ou não conseguir ter relações sexuais. No caso dos homens com cancro da próstata e que a removem, “podem recuperar o prazer mesmo sem terem ejaculação e erecção”, garante Ana Gomes, que faz parte da equipa de 20 investigadores do SexLab, o centro de investigação na área da saúde sexual da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto. O SexLab celebra este ano o seu décimo aniversário.