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Tradição e subversão: o frevo do século XXI é dos corpos queer

Na exposição Faz que Vai, no Maus Hábitos, no Porto, a dupla de peso da arte contemporânea brasileira Bárbara Wagner e Benjamin de Burca mostra como os jovens periféricos e LGBTI estão a reinventar o frevo, dança tradicional do Recife, e a fazer dela uma plataforma de resistência. Paralelamente à exposição, arranca esta terça-feira uma oficina de frevogue orientada pelo bailarino e pesquisador Edson Vogue.