Uma foca-monge com a cria numa gruta das Desertas Rosa Pires

A foca mais rara do mundo está a recuperar, mas não tanto como se pensava

A matança foi o primeiro atentado ambiental cometido pelos portugueses no Atlântico. Nos últimos 30 anos, a mais rara foca do mundo tem estado a recuperar. No arquipélago da Madeira, a população passou de seis a oito para 25 animais.

Uma jovem foca-monge causou sensação em Abril ao escolher uma praia do Porto Santo para descansar. Nascera havia seis meses nas ilhas Desertas. Estava magra, como tantas vezes acontece a estes mamíferos quando deixam de ser amamentados pelas mães e começam a procurar peixes, cefalópodes e crustáceos para comer. Aventurara-se pelo oceano. E precisava de recuperar forças antes de fazer a viagem de regresso.