As mulheres suíças fizeram greve e saíram à rua por mais “tempo, salário e respeito”

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As participantes da greve e marcha de protesto realizada esta sexta-feira na Suíça, sob o lema “Por mais tempo, mais dinheiro e respeito!”, exigiram a igualdade salarial, o fim da precariedade no trabalho e o fim da violência sexista.

O dia 14 de Junho é simbólico para as mulheres na Suíça, data em que se introduziu na Constituição, em 1981, um artigo referente à igualdade entre homens e mulheres. Nesse mesmo dia, dez anos depois, 500 mil pessoas (num país de 3,46 milhões) protestaram nas ruas contra a continuação das desigualdades. Agora, 28 anos depois, a Suíça permanece um país desigual.

A Suíça é um dos países ocidentais com uma classificação mais baixa em termos de igualdade de salários (num índice do Fórum Económico Global está em 20.º lugar entre os países com menos desigualdade, bastante abaixo da França ou Alemanha, em 12.º e 14.º lugar respectivamente). 

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A catedral de Lausana ficou iluminada de roxo, a cor da greve das mulheres que lutam por mais “tempo, salário e respeito”
A catedral de Lausana ficou iluminada de roxo, a cor da greve das mulheres que lutam por mais “tempo, salário e respeito” Reuters/DENIS BALIBOUSE
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Em Lausana, vários estudantes colocam cartazes de apoio nas janelas das escolas secundárias
Em Lausana, vários estudantes colocam cartazes de apoio nas janelas das escolas secundárias Reuters/DENIS BALIBOUSE
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A Rocher Tower, conhecido arranha-céus da cidade suíça de Basileia, ficou iluminada com o símbolo feminista nesta sexta-feira
A Rocher Tower, conhecido arranha-céus da cidade suíça de Basileia, ficou iluminada com o símbolo feminista nesta sexta-feira EPA/GEORGIOS KEFALAS
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As grevistas reivindicaram a igualdade salarial, o fim da precariedade no trabalho e o fim da violência sexista
As grevistas reivindicaram a igualdade salarial, o fim da precariedade no trabalho e o fim da violência sexista EPA/JEAN-CHRISTOPHE BOTT
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