Criança mordida por víbora na Serra do Espinhal “a evoluir favoravelmente”

Centro Hospitalar de Coimbra confirmou que se trata de um menino de 11 anos, filho de estrangeiros a residir em Portugal há vários anos. Criança necessitou de observação sanguínea.

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Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) PÚBLICO/arquivo

A criança mordida na terça-feira por uma víbora na Pedra da Ferida, na Serra do Espinhal, em Penela, no distrito de Coimbra, está “estável e a evoluir favoravelmente” na Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos (UCIP) do Hospital Pediátrico de Coimbra. A criança de 11 anos é filho “de pais estrangeiros, residentes em Portugal há vários anos” embora tenha dado entrada naquele hospital “em choque”.

A informação é revelada pelo Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) num comunicado que revela o estado clínico da criança.  

O CHUC relata que a criança entrou no serviço de urgência do hospital pediátrico “em choque” e a “situação exigiu intervenção de carácter intensivo a nível hemodinâmico do paciente [unidade que estuda a circulação de sangue no corpo], com tratamento adequado, prevenindo-se, assim, possíveis complicações graves”.

A unidade hospitalar de Coimbra conclui a nota alertando que “estas víboras são perigosas” e “podem representar risco de vida”.

Na terça-feira, o menino de 11 anos foi mordido numa mão por uma víbora-cornuda, espécie comum em zonas do interior do país (com veneno tóxico para a saúde, mas não letal), na zona da Pedra da Ferida, em Penela, quando passeava com o pai.

A família da criança encaminhou-a para uma farmácia, onde recebeu assistência para mais tarde dar entrada no Hospital Pediátrico de Coimbra pelos Bombeiros Voluntários de Penela.

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