Presidente do Nacional admite despedimento colectivo

Rui Alves, presidente do Nacional, diz que “não há outra solução” para o clube recém-despromovido para a II Liga.

O Nacional terminou a I Liga no penúltimo lugar e foi despromovido
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O Nacional terminou a I Liga no penúltimo lugar e foi despromovido LUSA/MIGUEL A. LOPES

O Clube Desportivo Nacional admite a possibilidade de acontecer um despedimento colectivo no plantel. Rui Alves, presidente do clube madeirense, afirmou que um “despedimento colectivo está em cima da mesa”.

O presidente do clube da Choupana, em declarações à RTP Madeira, justificou que “não há outra solução a não ser baixar salários”. “Há muitos jogadores com contrato que têm de decidir essa questão. Estamos a lutar pela sobrevivência e pela sustentabilidade da instituição”, garantiu Rui Alves.

Esta segunda-feira, às 19h00, vai haver uma Assembleia Geral do clube onde podem vir a ser convocadas eleições antecipadas no Nacional. Caso isso aconteça, Rui Alves não se vai recandidatar à presidência do clube madeirense. “Se a Assembleia assim o entender, naturalmente que aceitarei. Se os sócios assim o decidirem, é porque acham que é o melhor para o clube, mas nesse caso, não serei candidato a eleição nenhuma”, afirmou o actual presidente do Nacional da Madeira.

O Nacional da Madeira terminou a última edição do principal campeonato português em no 17º lugar, o que significa que foi despromovido à II Liga. Na passada sexta-feira, a direcção do Nacional e Costinha, ex-treinador da equipa insular, tinham chegado a acordo para a rescisão do contrato do treinador. O clube também já confirmou o regresso de Rúben Micael à equipa, depois de ter saído no início de 2010 para o FC Porto. Passou por Espanha, China e Israel e na última época representou o Vitória de Setúbal.

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