Santana Lopes teve alta hospitalar

Dirigente do Aliança teve alta durante a tarde quinta-feira. “Está bem-disposto, mas com dores”, disseram os médicos ao início da manhã.

O acidente poderá ter sido causado pela fadiga de Pedro Santana Lopes, que ia aovolante do carro
Foto
O acidente poderá ter sido causado pela fadiga de Pedro Santana Lopes, que ia aovolante do carro LUSA/RUI MIGUEL PEDROSA

Pedro Santana Lopes, antigo primeiro-ministro e líder do partido Aliança, já teve alta hospitalar, avança a RTP. 

Ao início da manhã de quinta-feira, fonte do Gabinete de Comunicação do CHUC informou os jornalistas, à porta da urgência do pólo principal do CHUC, de que o líder do partido Aliança “passou bem a noite” na unidade de cuidados cirúrgicos intermédios. “Pedro Santana Lopes está bem-disposto, mas com dores”, acrescentou a mesma fonte.

Paulo Sande, que é o cabeça de lista da Aliança ao Parlamento Europeu, esteve igualmente envolvido neste acidente e teve alta na noite de quarta-feira. À saída dos Hospitais da Universidade de Coimbra, pólo principal do CHUC, Sande explicou que o acidente poderá ter sido causado por fadiga.

O líder do partido e o cabeça de lista às europeias sofreram na quarta-feira um acidente de viação na A1 quando seguiam de Coimbra para Cascais, “em acções de campanha”, deu conta o partido numa nota enviada aos jornalistas. O acidente ocorreu pouco antes das 17h30, ao quilómetro 136 da A1 (no sentido norte-sul).

Santana foi transportado de helicóptero para o CHUC, depois de ter sido desencarcerado do carro pelos bombeiros, enquanto Paulo Sande saiu da viatura pelo próprio pé e seguiu de ambulância para aquela unidade hospitalar. A auto-estrada esteve cortada ao trânsito nos dois sentidos, entre as 18h30 e as 19h27, para o helicóptero aterrar e levantar.

De acordo com o testemunho de Sande, era Santana Lopes que conduzia o carro e, explicou, “de repente, foi como se o tempo se tivesse suspendido e o carro saiu da estrada”. “Aparentemente, demos uma ou duas cambalhotas”, acrescentou, referindo que os airbags “não dispararam”.