Exposições, obras e políticas sustentáveis para Lisboa Capital Verde Europeia 2020

Lisboa vai ser a Capital Verde Europeia em 2020 e no centro das atenções estarão as alterações climáticas.

A Praça de Espanha e´um dos locais que pode receber obras sustentáveis com o programa
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A Praça de Espanha é um dos locais que irá receber obras dro Daniel Rocha

Várias exposições sobre alterações climáticas, obras e políticas sustentáveis são as promessas da câmara para 2020, o ano em que Lisboa é a Capital Verde Europeia em 2020.

Na apresentação na Câmara Municipal de Lisboa, que contou com a presença de Fernando Medina, presidente da câmara, José Sá Fernandes, vereador da Estrutura Verde e Energia, e Karmenu Vella, comissário europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas, foram apresentadas algumas acções. O programa só vai estar finalizado em Novembro, mas José Sá Fernandes adiantou que vão ser criadas várias exposições ao longo do ano para sensibilizar as pessoas para as alterações climáticas.

Além disso, segundo o vereador do município de Lisboa, vai ser criada uma plataforma online “com os compromissos de Lisboa com o ambiente e a energia”. Outra medida passará por “obras públicas verdes, na Praça de Espanha e em Alcântara” - já anunciadas ou em curso, remetendo mais detalhes sobre o investimento camarário para quando o programa estiver finalizado.

A autarquia de Lisboa vai ainda contribuir para as propinas de quatro doutoramentos da Universidade de Lisboa relacionados com o tema das alterações climáticas e José Sá Fernandes disse que a câmara “está a tentar que todos os grandes eventos de Lisboa, como a Web Summit, tenham a ver com o tema da Capital Verde Europeia”.

Karmenu Vella, comissário europeu do Assuntos Marítimos e das Pescas afirmou que qualquer cidade pode sonhar ser uma cidade verde, mas “é preciso determinação e liderança política para encontrar soluções para os problemas ambientais”. “Foi isso que fez Lisboa especial”, sublinhou o comissário europeu.

Fernando Medina reiterou que as alterações climáticas “não são um problema do planeta, mas um problema para a humanidade”, porque, adianta, o planeta já existia antes da humanidade e já sofreu várias alterações.

Texto editado por Ana Fernandes