Ípsilon

Patti Smith

“Continuo uma sonhadora, continuo a perder-me noutros mundos”

Num palco de Nova Iorque, Patti Smith falou ao mundo em nome do planeta. Mais comprometida com a causa ambiental do que nunca, a artista deu um concerto que há-de constar da história da sua vida. No momento em que chega a Portugal Devoção, o seu livro mais recente, falou do acto de criação, da razão pela qual escreve e de como quebrou regras cedo demais numa cidade que não estava preparada para que elas fossem quebradas. Não se arrepende. “Sempre fiz o que quis”, diz aos 72 anos, numa entrevista ao lado de casa.