Mulher morta a tiro no Taguspark e alegado homicida ferido com gravidade

Tudo indica que se tratou de um assassinato seguido de tentativa de suicídio. Homem que terá disparado arma era colega de trabalho da vítima.

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Adriano Miranda

Uma mulher foi morta a tiro esta terça-feira no parque de estacionamento do banco Millennium, no Taguspark, em Oeiras. A vítima mortal teria cerca de 40 anos, a mesma faixa etária do ferido grave, que foi transportado para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Tudo indica que se tratou de um homicídio, seguido de tentativa de suicídio, adiantou ao PÚBLICO fonte oficial da PSP. 

A mulher era trabalhadora daquele banco e o alegado homicida seria seu colega de trabalho. O marido da vítima também trabalharia no mesmo local. As autoridades ainda estão a apurar qual o tipo de relação que a vítima mantinha com o suspeito. 

Segundo o Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Lisboa, o alerta foi dado às 13h29, tendo sido chamados para o local os Bombeiros de Barcarena, uma viatura do INEM, uma uma equipa de apoio psicológico e a PSP. Entretanto, também a Polícia Judiciária, que vai liderar a investigação, já se encontra a recolher vestígios no local do crime. 

A mulher foi encontrada sem vida no interior da sua viatura, local onde se encontrava igualmente ferido o suspeito do homicídio. O homem apresentava sinais de um disparo na face, precisou ao PÚBLICO fonte dos bombeiros, que adiantou que a arma de fogo se encontrava no local. O suspeito foi assistido pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação do Hospital Amadora-Sintra, que o estabilizou no parque de estacionamento. Os Bombeiros de Barcarena transportaram-no depois para o Hospital de Santa Maria, sujeito a suporte avançado de vida. Fonte da assessoria de imprensa do hospital confirmou a entrada do ferido grave na Urgência da unidade. “O paciente encontra-se em observação e com um prognóstico crítico”, referiu o coordenador do gabinete de imprensa, Pinto da Costa, ao PÚBLICO, pouco depois das 17h. 

Fonte do Millennium BCP, contactada pelo PÚBLICO, disse que não podia comentar o sucedido. 

 No local estiveram mais de uma dúzia de operacionais, auxiliados por sete viaturas.