Reportagem

Os portugueses renderam-se à Costa Nova, mas não foram os primeiros

O mercado nacional despertou para as suas peças de cerâmica há uns dois ou três anos, mas a verdade é que a Costa Nova já anda a fazer furor lá fora desde 2005. Uma marca portuguesa, nascida em Vagos, no seio de uma empresa que tem vindo a registar um crescimento notável, a Grestel.

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Os restaurantes e hotéis de referência passaram a dar-lhe lugar de destaque à mesa e os portugueses em geral não quiseram ficar-lhes atrás. Em branco, azul, verde ou noutros tons, começou, de repente, a dar nas vistas. O nome pegou rápido. Na verdade, o nome já andava nas bocas dos portugueses. Famosos e anónimos já se perderam de amores pela praia que lhe dá o nome e serve de inspiração: a Costa Nova. Só a título de exemplo: Eça de Queirós passou lá férias; Alice Vieira também – foi lá que viveu o Verão de 1968. Os famosos palheiros às riscas da estância balnear situada em Ílhavo passaram a estar, também, estampados no símbolo da marca. Os portugueses renderam-se à louça da Costa Nova, é um facto, mas não foram os primeiros a fazê-lo. A Coreia do Sul e os EUA estão entre os maiores fãs desta marca portuguesa, criada em 2005. É caso para perguntar: porquê?