Reacções ao Sri Lanka: Papa chocado com “ataque cruel” em domingo de Páscoa

Angela Merkel, Emmanuel Macron e Pedro Sanchez condenam o “ódio religioso”.

Foto
Reuters/VATICAN MEDIA

Papa Francisco

“Soube com tristeza e dor a notícia dos graves atentados que logo hoje, dia de Páscoa, trouxeram o luto e a dor em algumas igrejas e outros locais do Sri Lanka”, disse às dezenas de pessoas que se encontravam na Praça de S. Pedro durante a missa pascal. 

“Desejo expressar a minha proximidade afectiva à comunidade cristã, que estava reunida, e a todas as vítimas de tão cruel violência. Confio ao Senhor aqueles que desapareceram tragicamente e rezo pelos feridos e por todos aqueles que sofrem por causa deste evento dramático”, acrescentou o pontífice.

Ronald S. Lauder, presidente do Congresso Mundial Judaico

“Judeus do mundo – todas as pessoas civilizadas, aliás – denunciem esta indignação hedionda e apelem à tolerância zero daqueles que usam o terror para conseguir os seus objectivos. Este ataque verdadeiramente bárbaro a fiéis pacíficos num dos dias mais sagrados do calendário cristão serve como um doloroso lembrete de que a guerra contra o terror deve ser uma prioridade na agenda internacional e perseguida implacavelmente”, disse num comunicado.

Donald Trump, Presidente norte-americano

“As mais sinceras condolências dos Estados Unidos à população do Sri Lanka na sequência dos horríveis ataques terroristas contra igrejas e hotéis”, escreveu numa mensagem no Twitter. "Estamos prontos para ajudar!”

Angela Merkel, chanceler alemã

“É chocante que pessoas reunidas para celebrar a Páscoa tenham sido deliberadamente alvejadas”, disse numa uma carta endereçada ao presidente do Sri Lanka.

Emmanuel Macron, Presidente francês

“Profunda tristeza após os ataques terroristas em igrejas e hotéis no Sri Lanka. Condenamos veementemente esses actos hediondos. Toda a nossa solidariedade está com o povo do Sri Lanka e nossos pensamentos estão com todos os familiares das vítimas neste dia da Páscoa”, escreveu o Presidente francês, Emmanuel Macron, na rede social Twitter.

Theresa May, primeira-ministra britânica

“Os actos de violência contra igrejas e hotéis no Sri Lanka são verdadeiramente aterradores, as minhas mais profundas condolências vão para todos os afectados neste momento trágico. Devemos unir-nos para garantir que ninguém tem de praticar sua fé com medo”, escreveu no Twitter.

Pedro Sanchez, Primeiro-ministro espanhol

“O terror e a barbárie nunca nos derrotarão”, escreveu no Twitter.

Xavier Bettel, primeiro-ministro do Luxemburgo

“Mesmo no domingo de Páscoa, há quem semeie o ódio e ceife a morte. Os ataques nas igrejas do Sri Lanka demonstram um verdadeiro genocídio perpetrado contra os cristãos. Vamos orar pelas vítimas inocentes e trabalhar pela liberdade religiosa em todo o mundo”, escreveu no Twitter.

Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia

“Foi com horror e tristeza que tomei conhecimento dos atentados no Sri Lanka, que custaram a vida a tantas pessoas. Dou as minhas mais sinceras condolências às famílias das vítimas que se reuniram para orar pacificamente ou para visitar este belo país. Estamos prontos para apoiar”, afirmou na mesma rede social.

Reuven Rivlin, Presidente israelita

“Os ataques no Sri Lanka, incluindo aqueles que estavam a rezar nas celebrações do domingo de Páscoa, são um crime desprezível. Somos todos filhos de Deus; um ataque a uma religião é um ataque a todos nós”, disse no Twitter.

Tayyip Erdogan, Presidente da Turquia

“Condeno, nos termos mais veementes possíveis, os ataques terroristas desta Páscoa no Sri Lanka. Isto é um ataque a toda a Humanidade”, escreveu na mesma rede social.

Mohammad Javad Zarif, ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano

“Terrivelmente entristecido pelos ataques terroristas contra os fiéis do Sri Lanka durante a Páscoa. Envio condolências ao ao Governo amigo e à população do Sri Lanka. Os nossos pensamentos e orações estão com as vítimas e com as suas famílias. O terrorismo é uma ameaça global sem religião: deve ser condenado e confrontado globalmente”, disse no Twitter.

Jacinda Ardern, primeira-ministra da Nova Zelândia

“A Nova Zelândia condena todos os actos de terrorismo, e nossa determinação só foi fortalecida pelo ataque em solo neozelandês no dia 15 de Março. Ver um ataque a acontecer no Sri Lanka, enquanto as pessoas estavam em igrejas e em hotéis é devastador”, disse num comunicado.

“A Nova Zelândia rejeita todas as formas de extremismo e defende a liberdade de religião e o direito de orar com segurança. Em conjunto, temos de encontrar a vontade e as respostas para acabar com a violência”.