“Erro na configuração do servidor”. Facebook quebra silêncio e explica falhas

Esta foi uma das falhas mais longas da história recente do Facebook. Começou na quarta-feira e os sistemas ainda "estão em recuperação".

Foto
Reuters/DADO RUVIC

O Facebook anunciou às 16h24 desta quinta-feira, hora de Portugal continental, que o seu servidor já voltou à normalidade e os seus utilizadores já podem aceder à rede social sem interrupções ou erros. Os problemas de acesso às aplicações e serviços da rede social aconteceram devido a uma erro “configuração do servidor”, explicou a empresa.

“Estamos a resolver alguns problemas e os sistemas estão em recuperação. Pedimos desculpa pela inconveniência e agradecemos a paciência de todos”, pode ler-se num comunicado do Facebook.

Um porta-voz da rede social garantiu à Reuters que a rede social já está 100% acessível nas zonas originalmente afectadas por este “apagão”. No entanto, o Facebook garante que se encontra a investigar a causa da falha e pondera agora reembolsar as empresas que tinham adquirido publicidade na rede social que não chegou ao público-alvo durante o período em que o serviço esteve parcialmente indisponível.

Desde quarta-feira à tarde, o Facebook, o Instagram e o Whatsapp estiveram parcialmente inacessíveis em vários países da Europa e da América do Norte. Foi uma das falhas mais longas da existência das redes sociais de Mark Zuckerberg.

O Instagram voltou a estar operacional antes do Facebook, depois de também ter estado parcialmente inacessível ao longo da tarde e noite de quarta-feira. O anúncio foi feito pela própria empresa através do Twitter. “Eeeee…. Estamos de volta”, lia-se na mensagem, que vinha acompanhada por um GIF de Oprah Winfrey.

A falha não foi inédita. Em 2015, por exemplo, mas então apenas por breves minutos, o Facebook esteve totalmente indisponível em todo o mundo. 

A falha desta quarta-feira acontece um dia depois de vários produtos do Google terem também registado dificuldades, nomeadamente o Gmail, o Google Drive e o Google Maps. No entanto, os problemas do Google e do Facebook não estão relacionados.