A vida na corda bamba dos artistas de circo

Paulo Pimenta
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Paulo Pimenta

É um retrato do espectáculo antes e depois de os artistas subirem a palco. Ou, neste caso, de se lançarem pela pista. Paulo Pimenta, fotojornalista do PÚBLICO, espreitou por detrás da cortina de três circos tradicionais do Porto — o do Coliseu, o Cardinali e o Mundial — para mostrar o que, se tudo correr bem, nunca se vê. Ao longo de três meses, fotografou espectáculos em construção: desde os bastidores às vidas dos artistas que nunca chegam a descer da corda bamba.

São eles que, muitas das vezes, montam tendas, desmontam-nas e voltam a erguê-las quilómetros ou cidades à frente. A série fotográfica que documenta as visitas às trupes acompanha Breuuma peça ficcional do colectivo Musgo sobre a vida de uma família depois de as luzes do circo se apagarem. Na pista, “mostram um lado heróico, impossível de alcançar para a maioria das pessoas”, descreve Joana Moraes, co-fundadora do colectivo, no texto de apresentação do espectáculo. Fora dela, não há braços que suportem o malabarismo das diferentes funções, da precariedade ou dos preconceitos.

A peça estreia-se esta quinta-feira, 14 de Fevereiro, às 21h, no Teatro Carlos Alberto, no Porto, onde fica até dia 23. Tal como a exposição, cujo título diz tudo: O espectáculo tem de continuar. Renata Monteiro

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